Baguettes & Tartines.
Escrito em diário de bordo, Julho 22, 2004 @ 02:35

Fran?a daqui a seis horas, isso se eu conseguir dormir.
De BARCO. Ok, o barco ? super r?pido, ainda assim… Eu estou cansada, est? fazendo calor, eu estive passando roupa (!!) at? o presente momento, mas yay, n?s temos uma c?mera digital nova e foda para o final de semana: Olympus C-770 UZ.

Volto em quatro dias.

a historia (verdadeira) da pantera-cor-de-rosa.
Escrito em reminiscências, self, Julho 21, 2004 @ 02:33

Hoje tentei pela segunda vez falar com a minha m?e, sem sucesso.
Parece estar chovendo no Rio, porque a ligac?o fica p?ssima, ela n?o consegue me ouvir e eu ou?o o eco da minha pr?pria voz retumbando t?mpanos adentro. Chato. Mas pude informar o dia e a hora em que vou estar de volta ? cidade maravilhosa.

Por favor, S?o Pedro, eu quero sol nesse dia. Quero chegar em casa e levar a Chantilly pra se esfregar no ch?o da cal?ada em frente ao port?o. Quero comer arroz molinho e salgado com feij?o preto bem temperado e banana + batata frita. Quero dormir essa noite debaixo do meu cobertor p?rpura ouvindo o zunir do meu ar condicionado. Quero me dar de volta meus pequenos b?lsamos di?rios, porque nesse mundo de merda onde vivemos, ? sempre bom ter ? m?o pacotinhos de felicidade instant?nea, em p?, que a gente possa misturar com ?gua e beber rapidinho para n?o dar tempo de pensar no motivo que nos levou a abrir o pacote.

Ontem ele fez sopa de galinha pra n?s, e eu bebi uma garrafa de vinho + uma dose de whisky. N?o lembro de nada depois da sobremesa. S? sei que acordei de manh? sem as cal?as, deitada na cama. Sorte que quando apaguei, eu j? estava l?. Porque ser carregada escadaria acima ia detonar minha auto estima. Parece que estou de ressaca, agora. E, pensando bem, se eu n?o consigo me lembrar de nada, ? poss?vel que eu tenha sim sido arrastada e ele esteja mentindo para que eu n?o me sinta uma b?bada deplor?vel. Desnecess?rio. Eu sei que sou uma b?bada deplor?vel

E eu imprimi O Pequeno Pr?ncipe em ingl?s para ele ler pra mim na hora de dormir. Tr?s cap?tulos por dia, e ele termina o livro antes de eu voltar. S? que ontem eu dormi b?bada e ele n?o pode ler. E eu acho que ele n?o gostou do livro. Esperado. Ele ? uma alma feliz, e almas felizes j? nascem sabendo de tudo. As pequenas grandes li??es do livro pareceram ?bvias, talvez… Que seja. Mas gente como eu nasce ignorante e talvez morra assim. Gente como eu precisa aprender com a experi?ncia, com o sofrimento, metendo a m?o no fogo e s? ent?o se dando conta de que ele queima, ao inv?s de ler sobre os perigos das chamas num livro did?tico cheio de figuras auto explicativas.

N?o basta ler sobre a dor, ela tem que vir das feridas que brotam na carne para serem reais.

E eu comprei um porco rosa lindo, que na verdade ? um cofrinho de cer?mica, e tem meu nome nele. Um chaveirinho de menina com o meu nome tamb?m. Precisei cruzar um oceano para poder enfim achar coisas com o meu nome, numa terra que n?o fala a minha l?ngua. Bizarro.

Quando eu tinha quatro anos e estava passando o dia na casa da minha tia-av?, achei no meio do barro um boneco da Pantera Cor-de-Rosa. Havia chovido, eu cavuquei com as unhas o barro amarelo e desenterrei o bicho, sem orelhas, sem rabo, com as patas mordidas - se por dentes infantis ou caninos, eu nunca soube.
O que eu soube, naquele instante, ? que ele seria meu.

Minha m?e protestou, meu pai quis jogar fora, mas a tia-av?, na sua sabedoria analfabeta, soube compreender o afeto nascente e lavou com paci?ncia o barro do corpo do brinquedo, e assim voltei eu pra casa no banco de tr?s do carro, bem feliz, agarrada ao meu novo amigo. Que tinha arame por dentro, e a gente podia assim mudar a forma do corpo, fingir movimentos, uma del?cia.

Com o tempo o arame foi enferrujando, ficando fr?gil, eventualmente quebrando em certas partes, ou at? mesmo perfurando a pele de borracha cor-de-rosa. Mas ele ainda era o meu boneco preferido. Um dia ele sumiu, e eu chorei tanto que a vizinhan?a estranhou e achou que minha m?e estivesse me espancando. Ela fazendo de tudo para que eu calasse, eu repetindo: “d? adeus ? sua filha, se eu n?o achar essa pantera eu me mato!” (sim, aos quatro anos e com essas exatas palavras - drama queen de nascen?a).

O boneco por fim foi encontrado, e eu devo ter ficado em ?xtase, porque nem consigo me lembrar do momento do reencontro - eu devia estar em ?xtase… Obviamente a pantera acabou sumindo uma segunda vez, uma definitiva vez, pois eu nao a tenho mais comigo hoje e at? me lembro que chegaram a me comprar um outro boneco, id?ntico, com arame por dentro e tudo. Mas n?o era a mesma coisa. N?o era o boneco que eu salvei da morte (porque sim, era nisso que eu acreditava) na avalanche fatal de barro, n?o era o boneco que eu amei mesmo sem orelhas, sem rabo, com patas e focinhos mordiscados por sei l? quem, mesmo quando a velhice enferrujou e quebrou seus ossos de arame.

O meu amor veio do nada, e tamb?m veio de tudo isso. ? assim que eu amo as coisas. Porque as coisas nunca me decepcionam. Ao contr?rio das pessoas que me abrem torneirinhas no canto dos olhos mesmo quando queriam me abrir um sorriso no rosto. Eles me ferem mesmo quando me afagam, e beijos podem doer feito pedradas. Elas me odeiam mais, quando e se me amam.

Eu queria n?o chorar, eu queria acreditar em mim, eu queria achar que posso simplesmente abrir a porta e deixar a felicidade entrar, mas ? t?o, mas t?o dificil… Porque ela deixa a porta aberta atr?s de si e vem o vento frio… Que n?o p?ra quando a gente fecha a porta, porque ele j? entrou pele adentro e agora venta no peito e faz o cora??o bater dentro de um cubo de gelo.

Well, n?o ? mesmo muito f?cil entender.
E depois eu enxugo o rosto, volto aqui e conto as novidades da viagem.

Morrissey! Morrissey!
Escrito em diário de bordo, inglaterra, Julho 14, 2004 @ 02:31

why did you stick me in self-deprecating bones and skin, Jesus?
do you hate me?

Pronto, cheguei. Na verdade, cheguei na segunda feira, mas a pregui?a de pensar em internet nem me deixou chegar perto desse teclado.

No s?bado de manh?, quando sa?mos de Jersey, o aeroporto estava lotado. Me entupi de feij?es no caf? da manh?, e uma hora de v?o depois, est?vamos em Manchester.

O clima na cidade estava pavoroso (frio e vento mais frio ainda), mas enfim, eu estava em Manchester, right? ? tarde fomos ao Imperial War Museum, sobre as guerras mundiais, que eu achei completo e interessante (tem sess?es de slides, belas e perturbadoras fotos acompanhadas de depoimentos emocionados e emocionantes). No meio do caminho, caiu uma pequena tempestade e tivemos que passar uns minutos debaixo da marquise de um pub - que estava fechado, merda. Fiz umas fotos no museu, depois ponho no ?lbum. ? noite fomos ao cinema ver Shrek 2, que eu achei simplesmente foda. Comi um balde de pipoca t?o grande que pensei em lev?-lo pra casa depois e usar como balde de verdade. E o tamanho do refrigerante? Fui pedir “large” achando que viria um copo de 500ml e tive que beber um litro e meio de coca cola! Gahhh. De volta ao hotel, consegui ainda beber quase dois litros de cerveja no hall, enquanto via uma galera enorme chegar do show dos Pixies, que tinha rolado naquele dia.

No dia seguinte fomos ao shopping da cidade. Manchester ? bonitinha, a ?rea onde ficamos hospedados parece ter sido reformada recentemente, porque todas as construc?es eram novas - o que diminui um pouco o charme, mas quem liga? O shopping ? legal, lojas de brinquedos e stationary (deu saudade dos meus FBs…) e um pequeno tel?o onde eram exibidos trailers de filmes indianos engracad?ssimos. Voltamos para o hotel porque o Nen?m queria assistir a corrida de F1 em Silverstone. Depois fomos andando at? o Old Trafford Cricket Ground, onde eu veria o meu Moz.

O est?dio ? enorme, tanto que mais da metade do espa?o dispon?vel era ocupado por barraquinhas de merchandising e comida. A “pra?a de alimenta??o” do show, eu suponho… Acho que o p?blico do Morrissey mudou muito; olhando para aquelas pessoas de cabelo verde eu senti saudade dos f?s que eu via nos velhos v?deos dos Smiths: meninos de ?culos, topete, camiseta branca da banda e jaquetas jeans surradas. T?o jovens e t?o lindos, puros, inocentes e tristes. N?o tenho paci?ncia pra pessoas de cabelo azul, 253439474 piercings, saia curta naquele frio do caralho, bota da Hot Topic, e se dizendo f?s do Morrissey. Newbies, ARGH (hahaha).

Antes do show do Moz tivemos que aturar tr?s bandas insuport?veis. Quer dizer, eu at? gostei da primeira, tinha umas musiquinhas bem legais e o vocalista era altamente consum?vel… A segunda eu nem vi porque est?vamos atr?s de uma camiseta para mim, mas tanto as oficiais quanto as vendidas pelos camel?s n?o agradaram. Desistimos, comemos batata frita e bebemos cerveja, e voltamos para o gramado, a tempo de descobrir que os New York Dolls estavam fazendo uma cover lastim?vel e her?tica da Janis Joplin. Puta que pariu. Fomos ver um moleques jogando futebol e por l? ficamos ate que os velhos do NYD se dignaram a evacuar o palco (no sentido de sair dele, que fique bem claro…). Dali pro show do Morrissey ainda levou um tempo, eu congelando de frio, apesar do poucos raios de sol que diziam OI no horizonte (o maldito vento… Se o frio ficasse parado, na dele, beleza, mas o puto SE MEXIA!).

Enfim, Stephen Patrick on stage. Entrou no palco elegant?ssimo, de blazer, e bem mais em forma do que estava no show do Rio. Ele abriu o show com piadinhas sarc?sticas e uma das melhores m?sicas do You Are The Quarry, na minha opini?o: You Have Forgiven Jesus, e quase tive um ataque quando ele deu uma risadinha ir?nica depois do verso inicial da m?sica: “I was a good boy, I wouldn’t do you no harm”. AI, QUE MAIS FOFO. O set list foi pra l? de bizarro, mas incluiu umas boas can??es dos Smiths, entre elas There’s a Light that never goes out, n?o por acaso a m?sica da minha vida (ou uma das). Pulei tanto e pularam tanto em cima de mim nessa hora que agradeci por estar com ele bem ali atr?s de mim, me segurando forte para que eu n?o ca?sse. Ali?s, que companhia maravilhosa ele ?. Emp?tico at? o limite do intoler?vel (haha), sorria o tempo todo, e o fato de eu saber que ele n?o ? especialmente f? do Morrissey s? fez aumentar a grandeza do gesto e do bom humor com que ele aturou cotoveladas, pisadas, empurr?es, cinco horas de espera (e um babaca fumante que jogou cinza de cigarro no casaco novinho dele, destruindo-o) sorrindo e achando tudo lindo. Fiz fotos sim, mas cismei de n?o querer usar flash, e obviamente as fotos sa?ram borradas. Uma pena, mas eu n?o perder tempo me preocupando com fotos “pra postar na internet”, afinal, eu estava l?, porra…

Como sempre, teve camisa sendo esfregada nas partes pudendas e depois jogada para o plat?ia. Delirante. A ?nica ressalva foi que n?o teve bis. A meu ver o show acabou cedo demais. Sabe como ?, eu poderia passar a noite inteira ali, inundando o ch?o de baba. Consegui uma camiseta do festival na sa?da, como souvenir. E de volta ao hotel, sonhei que estava pulando ainda e de fato pulei a noite inteira, enquanto dormia (acordei umas tr?s vezes, sobressaltada).

Amanh? voltamos pra Londres pro show do Simon & Garfunkel. E por ora ? isso (eu quero meu teclado e minha escrivaninha de voltaaaaa! Escrever nessa cadeira detona as minhas costas!)

flying to humdrum town
Escrito em diário de bordo, Julho 10, 2004 @ 02:30

Indo pra Manchester agora - a temperatura na cidade oscila entre 11 e 16 graus, o que significa que vou ver o Morrissey em picol? mode VERY ON. Bom, nada ? perfeito, o que mais eu queria? Um dia de sol? HA.

hoje ? dia de maria.
Escrito em diário de bordo, self, Julho 9, 2004 @ 02:28

Hoje ? dia de faxineira.
Eu devo ter mesmo problemas s?rios. Porque desde ontem estou me sentindo mal ante a perspectiva da presen?a da criatura. ? apenas uma faxineira portuguesa chamada Maria (que clich?, ali?s…), dir?o todos. E eu respondo que sou apenas uma garotinha assustada que tem medo de gente.

N?o posso fazer nada a respeito. Pessoas, para mim, s?o bichos-pap?es at? que se provem o contr?rio. Traumas antigos, you know… Perdi at? a fome, mesmo sabendo que na geladeira tem uma panela enorme cheia de chilli con carne que sobrou do jantar de ontem. Vou comer uma ma?? verde e me enfiar debaixo da cama. Com alguma sorte, ela nem vai perceber que estou em casa.

Ali?s, falando em jantar, ontem ele resolveu vestir aquelas roupas t?picas escocesas (s? faltou a gaita de fole…), colocar um CD de m?sicas idem e me ensinar a dan?ar. Detalhe: ambos b?bados - que novidade. Foi divertido dan?ar com um homem vestindo saias e com uma faca enfiada no mei?o, confesso. Mas preciso fazer gin?stica – meia hora pulando pela sala, e meu ?rg?os vitais quase sa?ram pelos poros.

Eu acho que ele n?o vai gostar de ver as fotos aqui, mas dane-se, porque eu achei a roupa linda.

Ah, sim – s? mais uma coisinha pra estimular a produ??o de ptialina pelas gl?ndulas salivares de voc?s…

Ok, tentem n?o me odiar tanto.

Binge eating, yay!
Escrito em diário de bordo, vida, Julho 8, 2004 @ 18:17

Estou comendo a pipoca doce mais foda desse planeta. Orgasmos m?ltiplos com esse bagulho. E com o jantar de ontem, camar?es em molho agridoce, tr?s vivas ? comida chinesa! E tamb?m ? garrafa de um litro e meio de La Rioja que derrubamos enquanto assist?amos a um western spaghetti.

Deus. Essa a? sou eu mesma? Haha.

Imposs?vel n?o engordar, aqui. Devo ter engordado, mas como estou em per?odo pr?-chateac?o-menstrual, n?o d? pra saber ao certo, porque ganho uns quilos naturalmente nessa ?poca - retenc?o de l?quido. Eca. Mas esse saco de pipocas cobertas por um quilo de manteiga est? sorrindo pra mim, eu juro.

S?bado vou pra Manchester. O show do Morrissey vai ser no domingo, mas v?os dominicais n?o s?o l? muito f?ceis, entao viajaremos um dia antes. Vai dar tempo de dar uns rol?s pela cidade, sabe como ?, meu sonho de inf?ncia. J? fui avisada de que Manchester n?o ? l? muito agrad?vel, mas quem liga? A banda que eu amo nasceu l?. Deve ter algo de especial e m?gico naquele lugar. Mas estou preparada para lidar com eventuais frustrac?es.

Acabei n?o comprando ingressos pro show do The Cure.
Porque se eu quisesse ir a esse tamb?m, significaria ter que ir antes, pegar avi?o sozinha, check in no hotel, ir ao show, voltar pro hotel… E eu sou pata choca demais pra esse tipo de coisa. N?o tenho coragem nem de pegar um ?nibus, aqui na ilha. Inseguran?a pura. Al?m do meu ingl?s p?ssimo, do sotaque estranho das pessoas que n?o me deixa entend?-las, tem todo um lance de que aqui eu sou ostensivamente observada nas ruas. Talvez n?o o fosse tanto, se andasse sozinha - porque deu pra perceber que o problema nao ? exatamente EU, mas o fato de sermos EU + ELE. Os olhos das pessoas batem primeiro em mim, e seguem direto pra ele. A leve express?o de “what the fuck!?” que elas fazem ? impag?vel, mas n?o sei se estou a fim de encarar esse tipo de coisa estando sozinha e falando um ingl?s rid?culo. A forma mais legal de foder gente preconceituosa ? se revelando foda - coisa que eu, definitivamente, n?o estou podendo.

E ele acabou de ligar pra dizer que hoje vai ter chilli con carne no jantar. Ai, ai.
Vigilantes do Peso, me aguarde.

Updates…
Escrito em diário de bordo, inglaterra, Julho 7, 2004 @ 18:02

Estou h? um bom tempo sem dar as caras aqui, hm? Mais precisamente duas semanas.
J? se passou um ter?o das minhas “f?rias” e ainda tenho muita coisa para ver e conhecer por aqui. Estive escrevendo durante esse tempo no livejournal, mas sei l?, assim como aconteceu com o Orkut e o Fotolog, acho que estou enjoando de LJ.

Devia estar enjoando de internet, de um modo geral. Est? tudo muito chato, parado e burro. Muito burro. N?o consigo mais engolir gente ixcrevendu axim, nem aquelas celebrities pateticas de fotolog… Quando comecei a acessar a web, fiquei besta com o numero de pessoas inteligentes que existiam por aqui. Acho que o nivel caiu muito. Acho tambem que eu desisti dos amigos errados. Por preconceito, cortei pessoas mais velhas, que me acrescentavam muito em conteudo, para dedicar atencao a quem eu achava que fosse meu amigo. Resultado? Hoje em dia esses “amigos” ou desapareceram ou me ignoram. Licao aprendida, bola pra frente.

Hoje chove muito, por aqui. O vento uiva (Wuthering Heights? Coincidentemente estou ouvindo a Kate Bush, nesse momento). Isso e bonito de se ouvir, sabe? O fim de semana que se passou foi bem movimentado: Londres, pequenas vilas no countryside, stonehenge, circuitos de automobilismo, igrejas de seculos passados e seus cemiterios, programas tipicos de turista como andar de onibus vermelho, tirar foto em frente ao Big Ben, enfim… Cansativo (nao estou acostumada a carregar malas para cima e para baixo, nem em pernoitar cada dia em um lugar diferente… Minha vida normalmente e muito chata), mas delicioso (soundtrack nesse momento: musica de anjos para sonhos que se realizam).

Fotos, fotos… em breve. Tenho um monte para descarregar, logo estarao por a?, e tambem por aqui. Cada uma delas e uma pecinha no quebra cabecas da minha felicidade. Nem tudo tem sido perfeito - mas esse e o (pequeno, minusculo) preco a se pagar por ter um sonho realizado… Virou realidade, os defeitos chegam… Mas eles nao tem sido nada perto dos motivos que eu tenho tido para sorrir.



menina, do rio 40 graus para uma pequena ilha entre a inglaterra e a normandia. uma tatuagem de lua e estrela e outra onde se lê "l'enfer, c'est les autres". odeia pepinos, hypes e intelectualóides. adora 70s rock, 80s pop, fotografia e badulaques vintage. xinga com frequência. e essa é a sua vida, em fotos amadorísticas e poesia roubada. mais?

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online desde 2001 pela mesma razão que você: ócio. o site é apenas uma sequência desconexa de updates para família/amigos, lembretes para mim mesma e coisas bonitas demais para não serem compartilhadas. como não pretendo ganhar notoriedade ou dinheiro com internet, não tenho a obrigação de ser relevante.


todas as fotos e textos pertencem a mim; exceções com o devido crédito. por favor não copie nada sem permissão. layout feito por mim, usando elementos appletooth e ephemera. wordpress rodando thanks to sweet marya.


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