sugar baby (
zuckerbaby no original em alem?o) traz marianne sagebrecht (a mesma de bagdad café) como uma gordinha mal vestida e deprimida, trabalhando como atendente de uma funerária. todos os dias depois do trabalho ela pega o trem de volta para o seu apartamento minúsculo e escuro, e passa as noites encarando a televisão e se entupindo de doces e carboidratos variados. tudo muda entretanto quando uma noite ela vislumbra de sua janela do trem um operário da via gatíssimo. no dia seguinte ela resolve tirar todos os seus meses de férias acumuladas e inicia um projeto: transformar a si própria numa verdadeira diva glamourosa e seu apartamentinho deprê em um verdadeiro ninho do amor em tons de pink. a próxima etapa do plano é procurar aquele super gato, e ela o encontra e o conquista - tudo isso sem perder um quilo de peso ou uma grama de classe e respeito por si própria. o
filme é uma delícia, e a
protagonista idem.
(artigo traduzido e adaptado do
ten car train)
não estou fazendo uma ode à obesidade. afinal, saúde e sentir-se bem na própria pele ainda é essencial, e a cabeça de muita gente muda para melhor depois de uma boa dieta. mas desde que o colesterol esteja ok e os quilos a mais não signifiquem um entrave psicológico, não vejo razão para passar a vida comendo rúcula e descartando o pão dos sanduíches.
sinceramente, basta olhar para a nigella lawson na capa da
red magazine de dezembro para ter certeza de que mulher alguma precisa pesar 45 quilos para irradiar beleza, auto confiançaa e sensualidade.
(pena que parte da mídia parece divergir, já que não achei uma única foto em alta resolução da marianne no google images)
Labels: celulóide, para refletir
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