vitrines e picnics


Ela não tem nome. Pelo menos, não que alguém saiba.
Ela tem a pele pálida, os lábios da Jolie, olhos cor-de-avelã sonhadores sempre voltados para a mesma direção (esperando por algo? Alguém?) e cabelos castanhos escuros num corte atrevido de garoto. E deve gostar de moda, porque todos os meses muda o visual.








Ela é um manequim de vitrine de cabeleireiro, e mora numa vila do Japão.
E foi assim que ela se apaixonou por ela. E eu também.

Picnic em La Hougue Bie, há duas semanas atrás (as fotos são da apresentação da Esther Parkes; a da Cally Joel, tirando melodias medievais de uma harpa, eu não pude fotografar):





Perceba o conteúdo NADA orgânico/natureba da nossa cesta. Pudera, ela foi preenchida às pressas na manhã do picnic... O lugar estava lotado de hipongas, teletransportados direto dos anos 70 com direito a trancinhas, barbichas, crianças desnudas e saias rodadas. Quando chegamos lá em cima de um jeep 4x4 e com pizza dormida dentro da cesta, tive certeza de que iam nos linchar.

Felizmente os hippies de Jersey são como as vacas Jersey: totalmente pacíficos, só querem saber de mascar grama e fazer cocô.






















British Boy in Germany. Volta na sexta, a tempo de pegarmos a inauguração do "Piranha's Bar". Woohoo.

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