Random Love

Esse livro de ilustrações chamado "French Milk". A história (verdadeira) é o meu sonho de consumo e é mais ou menos assim: uma mãe e sua filha em férias da faculdade decidem passar seis semanas em Paris para comemorar seus aniversários (a mãe fará 50 anos e está meio surtada com a idéia da velhice; a filha fará 22 e está meio surtada com a idéia de virar adulta). As duas se hospedam num pequeno, porém charmoso apartamento alugado no quinto arrondissement e se jogam de cabeça nos costumes locais e no modo de viver parisiense, borboletando por mercados, cafés e museus. O livro conta essas seis semanas em forma de fotos e ilustrações de Lucy Knisley (a filha):



Essas sapatilhas descartáveis, idéia de um namorado inglês, já meio de saco cheio de aguentar a namorada, viciada em saltos altíssimos, reclamar no fim da balada que "meus pés estão me matando!". Como ninguém gosta de levar bolsa grande (onde caiba um par de sapatos confortáveis) quando sai pra dançar, nada melhor do que poder comprar um naquelas maquininhas de banheiro - que vendem desde cigarro a chiclete, absorventes higiênicos e camisinha - pelo preço de um maço de cigarros. Na hora do sufoco vale a pena; e o alívio está disponível em quatro cores:



Rever Dangerous Liaisons e babar no feio mais lindo do planeta: John Malkovich.


A blogosfera está em polvorosa com a nova coleção da Kate Spade (geral citando a loja) e tudo é lindo mesmo (amo os tons de especiarias, muito vermelho, marrom, mostarda, verde, bem outonais), mas meu coração vai para essa bolsa de coruja que ainda nem está disponível para venda, mas logo estará. OH. (pena que seja tudo tão caro)


A arte dessas meninas brasileiras, uma nos Estados Unidos, e a outra em Belo Horizonte. Com estilos bem distintos, mas absurdamente talentosas (além de bonitas, inteligentes, vitaminadas, etc). Adoro a forte simbologia, as belas cores e o traço das obras da Patrícia; adoro a beleza e a atitude e sensualidade das meninas criadas pela Maru. Vão lá checar o talento das moças:


Essas canecas da Makool Loves You (feitas no Japão pelo artista Shizi Katoh) não poderiam ser mais lindas e práticas: a parte de cima pode ser usada para manter a bebida quente, proteger de insetinhos chatos ou manter o seu sanduíche ou biscoito quentinho - não é genial?




Da mesma loja, adoro essas calcinhas com jeitinho vintage:


Sabe aqueles bastidores que a sua avó usava para bordar? Sabe aqueles restos de tecido com estampas tão lindas que dá vontade de pendurar na parece? Junte os dois e você vai ter quadros super interessantes a preço de banana (esses da foto abaixo estão sendo usados também como mural de recados):


Cerâmicas com cara retrô da Berry Red; quero muito essa linha com estampa floral meio anos 70, mas acho que eles não entregam em Jersey...


Esse hub para entradas USB em forma de tulipas. Quem pensaria em algo tão cool? Além de totalmente cute. Nem preciso de mais portas USB, mas necessito de tulipinhas na minha mesa!

As coisas por aqui estão neuróticas; estou pintando paredes, limpando e redecorando cômodos, tentando planejar viagens (Escócia em Setembro, mas também tenho que passar em Londres para pegar minha mamma no aeroporto, visitar amigos brasileiros que estarão por lá e assistir ao show da Tori Amos), trabalhando (depois falo mais sobre isso) e tentando retormar velhos hobbies que acabei abandonando por falta de tempo e aporrinhações com pessoas desnecessárias. Tenho que postar os resultados fantasticamente engordativos que consegui seguindo as receitas do blog da Patrícia (não clique se estiver de dieta; aliás, clique sim, você sabe que não tem vergonha na cara que nem eu) e mil fotos atrasadas, mas um dia eu consigo. Paciência comigo. :)


AH, e cabe aqui esclarecer uma coisinha que já foi perguntada. Eu não estou ganhando nem um centavo dessas lojas por conta dos produtos que mostro no blog; são apenas descobertas que faço durante as minhas browseações que gosto de poder compartilhar aqui. Porque babar e se lamentar por não ter $$ pra comprar nada é menos traumático quando feito em grupo.

O blog não aceita nenhuma "parceria" porque não tenho tempo/ inclinação para ser blogueira em tempo integral, tendo que elogiar coisas de que não gosto ou pelas quais não me interesso. Nada contra os bons probloggers da rede, mas eu sou meio antiquada no quesito blog. Sou de uma época em que, se blogueiro quisesse dinheiro, tinha que arrumar emprego. Ou pedir pra mãe, pro marido, pra mulher, pros vizinhos, esmolar na frente da igreja, assaltar banco, se divorciar do Paul McCartney, etc...

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