pretty bags

Adoro as bolsas da Cath Kidston e seus padrões florais coloridos, tudo bem Country Living style. Por sorte, elas custam uma fração do preço das bolsas pelas quais eu costumo me apaixonar...






Outras bolsas que eu não reclamaria nada de encontrar embaixo da minha árvore de Natal:


Sensual: esse pequeno número da Liberty of London, levemente goth chic. Gosto de tudo: da cor, da estampa em relevo no veludo, das alças duplas e desse fecho adorável. Só não gosto do preço: 700 libras. OUCH.



Fofa: A estampa de xícaras de café dessa carteira da Orla Kiely foi feita pensando em mim (*cof*) e eu mereço ganhá-la de presente de Natal. Lendo esse blog, Papai Noel? Take note, will you?



Prática: essa shoulder bag tem a cor, tamanho e formato perfeitos pro dia-a-dia; os passarinhos são uma frescura adorável à parte. And it's Marc Jacobs, bitch.

Beautiful things.

Achei doces esses desenhos que ilustram algumas coisas surpreendentes, inspirados nessas 1000 coisas surpreendentes:


E aqui, algumas das coisas nessa lista com que eu não poderia concordar mais:

- O momento em que você acorda e percebe que aquela situação horrível era apenas sonho.
- Voltar a dormir na sua própria cama depois de uma viagem longa.
- Fantasias de Halloween improvisadas na última hora.
- Tirar todo o catchup ou mostarda grudados em volta do bico.
- Quando você compra um aparelho na loja e descobre que ele vem com pilhas incluídas.
- As primeiras duas horas de uma longa viagem de carro.
- Puxar aquele filme plástico que protege aparelhos eletrônicos.
- Reunir uma meia do Orfanato de Meias com a sua irmã reencontrada e lavada.
- Entrar no cinema com doces/pipocas mais baratas escondidos na bolsa.
- Quando a pessoa coçando suas costas encontra a parte que realmente coça.
- Ouvir sua nova música favorita, várias vezes.
- O momento em que a platéia percebe qual música a banda está começando a tocar.
- Usarpela primeira vez roupas e sapatos que você acabou de comprar.
- Os segundos finais do processo de desatar um nó bem grande (essa também vale no sentido figurativo).
- Cheiro de massinha de modelar nova.
- Rir tanto a ponto de não fazer nenhum som.
- Quando você abre a porta de um banheiro público esperando o pior e o encontra limpíssimo.
- Quando você chega no ponto de ônibus e o ônibus chega também, cinco segundos depois.

Delicados e românticos os desenhos desse álbum:


Adorei esses bules (!) deliciosos, via Lama Designs (o chapéu e cachecol fazem parte do pacote):

Those were the days of our lives

O Queen sempre foi uma das minhas bandas inglesas preferidas, e o dia de ontem marcou 18 anos da morte do Freddie Mercury. O vídeo de These Are the Days of our Lives, de onde as stills abaixo foram feitas, é lindo e tocante, não menos pelo fato de ter sido o último gravado pela banda - sem a presença de Brian May, que estava indisponível no dia da gravação; sua parte foi adicionada depois.


A música foi lançada como single na Inglaterra no dia do aniversário de Freddie (o último que ele viveu para ver). A letra é melancólica, porém otimista; sempre que ouço a música penso no quanto ela foi uma despedida perfeita do artista para os seus fãs. As palavras "I Still Love You", no fim da canção, são as últimas palavras de Freddie registradas em câmera.

"Those were the days of our lives
The bad things in life were so few
Those days are all gone now but
one thing's still true
When I look and I find
I still love you"

Lake District

De volta à pequena ilha.
Três semanas fora de casa (fiz até uma foto do jardim na hora da saída para comparar com a TOTAL transformação que ele sofreria na volta... As folhas já caíram todas) e precisas 758 fotos na câmera; esperamos que dessas pelo menos umas 20 se salvem.

A última parte da viagem incluiu seis dias em Paris e a minha primeira experiência com o Eurostar. Que aliás foi ótima. Em duas horas e meia, cobrimos o percurso Londres - Paris, direto do centro de uma cidade para o outro. Foi só entrar na belíssima estação de St. Pancras, sair na (nem tão bela...) Gare du Nord e pegar o metrô para o hostel.

Sobre o hostel... Bem, esse merece um post à parte.

Antes de Paris, passamos dois dias no Lake District, na região de Cumbria - sem dúvida uma das paisagens mais bonitas da Inglaterra. Considerei seriamente a possibilidade de me mudar para lá num futuro distante; não é tão isolado como Jersey, mas tão bonito quanto. E o outono por aqueles lados é simplesmente fenomenal.



















As vitrines estavam cheias de coisas gostosas:







Ou bonitinhas/cafonas (= kitsch):











Visitamos algumas localidades próximas (Windermere, Troutbeck, Ambleside, Bowness, Grasmere) e todas eram limpas e bem cuidadas, mas sem aquele ar meio artificial de perfeição que frequentemente aflige pequenas cidades turísticas.















Na primeira manhã, abrem-se as janelas: um pavão.
(sinceras desculpas à senhorinha que inadvertidamente acabou saindo na foto, de camisola e com cara de sono).



Este post foi um oferecimento de Paracetamol, Codeína e Sudafed. Estou há quase duas semanas curtindo uma deliciosa gripe e tossindo mais que poeta romântico tuberculoso, portanto não exatamente inclinada a passar muito tempo no sótão - que, apesar de bonitinho, é frio porque não tem aquecimento.

Voltaremos assim que a saúde permitir passar mais que 20 minutos fora da cama sem precisar vestir todo o armário para não morrer de hipotermia. :)

Em breve.

Pensei que conseguiria postar mais durante a viagem, mas simplesmente não está acontecendo. Saio de casa quase sempre muito cedo e volto tarde, invariavelmente cansada.

A dieta foi pro saco, fui a Cumbria (lá no norte, quase Escócia) e dormi num pub onde a Rainha Elizabeth I já se hospedou (e a cama onde ela dormiu enfeita o bar), vi o Morrissey no Royal Albert Hall apresentar um show perfeito, vi o Colin Firth acender as luzes de Natal na Regent Street, comi o PIOR cupcake do mundo em Covent Garden (tinha gosto e consistência de angu), assisti Jennifer's Body (e acho que não gostei), me apaixonei pelas lojinhas independentes de Columbia Road, comprei uma bolsa linda da Cath Kidston e por causa dela quase ganhei uma amiga, comi no Al Hamra e no Attilio's (respectivamente meus restaurantes - libanês e italiano - preferidos), fui a Lewisham para uma bonfire night, ganhei champanhe, canapés e produtinhos cheirosos na Floris de Jermyn Street (cheguei lá no meio de uma festa de lançamento), encarei uma Ikea em pleno domingo e, amanhã, tem Paris.

Sem fotos porque esqueci o leitor de cartão da câmera, mas fiz essas tosquíssimas com o celular só para registrar as vitrines de Natal da Selfridges (lindas, super coloridas e criativas, abusando do cool britannia mood):

















E aqui o fatídico cupcake-polenta (Ella's Bakery em Covent Garden, a quem interessar possa).



Então, volto em uma semana.
Só mais um pouquinho. :)