Fall on me













Essas fotos são de Hannover, 2007. Eilenriede é chamado de “o pulmão verde” da cidade e é uma das maiores florestas urbanas do mundo. Foi um privilégio (mal aproveitado, diga-se) passar o outono num lugar com as estações tão bem definidas e com um outono explodindo em technicolor. A versão 2011 vai ser inglesa, mesmo. Começou há uns dias atrás e eu nem tinha percebido. Quer dizer, comecei a perceber há cerca de duas semanas, quando as folhas das árvores locais começaram a amarelar antes do tempo. Daí que as estações mudaram e eu só me dei conta lendo um post temático sobre o fim de verão no Style Rookie.

Another summer is behind me. Tempo nublado, chuva fina e temperatura abaixo de vinte. Não que o frio me incomode, mas a escuridão me irrita - especialmente numa casa escura. Vivendo aqui, descobri que gosto do frio mas que também gosto da luz. E que em alguns casos esses estados são incompatíveis.

fritatta

















Resultado final não-perfeito porque deixei tempo demais no forno. Mas não comprometeu o sabor, então valeu a pena.

Refogue um punhado de tomates cereja fatiados em óleo, cebola e alho. Junte salsicha ou presunto picados, refogue por mais alguns minutos e apague o fogo. Numa tigela refratária, despeje água fervendo sobre um punhado de espinafre e reserve. Bata três ovos com 200ml de leite, sal e pimenta (eu usei creme de leite diluído no lugar do leite para diminuir a quantidade de lactose da receita - dieta Atkins, sorry). Rale um punhado de queijo (eu usei cheddar) e misture delicadamente. Despeje a mistura de ovos numa forma pequena untada com manteiga e junte a ela o refogado de tomates e o espinafre escorrido, espalhando bem. Leve ao forno pré-aquecido (200C) até a misturar assentar (teste com uma faca).

Devo estar esquecendo alguma coisa. Não sei descrever receitas.

O queijo e o presunto/salsicha são opcionais, mas eu acho que com eles a fritatta fica bem melhor. :)

The first ones.

Não lembro de ter feito amigos no pré-escolar, mas o primário começou bem. Numa escola particular, porém barata e numa parte menos afluente da cidade que já não era lá muito afluente. No começo minha mãe me levava no fusquinha azul, que depois foi roubado. Mas mesmo antes de alguém arrombar o portão da casa e levar o carro embora (sob as barbas do nosso cachorro adormecido e que depois não teve sequer a decência de aproveitar o portão aberto e fugir) eu já havia começado a dar meus primeiros passos solitários no mundo, deixando o casulo quentinho dos cobertores pela manhã e cobrindo o quilômetro que me separava da escola com sapatos de fivelinha, meias brancas, saia plisada azul marinho, camisa branca de tergal com botões na frente e o emblema do Centro Educacional costurado à mão no bolsinho do peito.

Quando chovia eu ainda ganhava carona da mãe; até porque a rua da escola costumava alagar ou encher-se da lama que descia dos barrancos da ladeira. As crianças que moravam nela desciam junto com a lama porque precisavam estudar e um dia, quem sabe “ser alguém na vida” e ter casa num lugar melhorzinho. Desciam quase da mesma cor do barro, o uniforme respingado de lama, os pés dentro de sacos plásticos presos à perna com elástico para não sujar os sapatos, preciosos talvez por serem únicos.

Karla Danielle era o protótipo de futura gatinha da classe, cabelão longo e o sorriso eternamente colado no rostinho bonito. Um dia me defendeu quando outras meninas tentavam me impedir de participar de uma brincadeira no recreio: “a corda é minha e ela é minha amiga, vai brincar sim!”. Me surpreendi porque há tempos a gente não comia merenda juntas, o que me fez concluir que talvez já não fôssemos mais tão amigas assim; daí eu não estar esperando que ela tomasse o meu partido. Pais separados, ela morava com a mãe e o irmão menor numa casa amarela de esquina, próxima à minha. Eu a chamava para tomar banho de piscina e lembro de um dia ter observado fascinada a menina submergir inteira antes do cabelo (os fios oleosos ficaram boiando na água). Mas tarde ela acabou se tornando mesmo a gata da classe, numa escola diferente (fomos separadas aos 11 anos quando começamos o segundo grau). Engravidou cedo, aos 16 anos já desfilando um carrinho de bebê. Ficou menos bonita com a idade, ganhou peso, a pele oleosa virou playground para a acne se espalhando no rosto cansado das noites sem dormir cuidando do pequeno. Da última vez que a vi ela estava empurrando a segunda filha numa dessas bicicletinhas de criança, num desses sábados onde a prefeitura fecha o tráfego de veículos em algumas ruas para o lazer dos moradores. Me viu de longe e me jogou um beijo. Nem tive como agradecê-la depois pela gentileza de me oferecer, no meio de tantas mudanças na minha vida e na dela, o mesmo sorriso de sempre.

Renata (ou Renatinha, por conta do tamanho diminuto) era a líder nata. Óculos, feições levemente orientais, “cara de fuinha” segundo a crueldade da minha mãe. Autoritária, mentora dos planos, representante de turma, conselheira, juíza de brigas e pendengas, ela sempre tinha alguma coisa para dizer e, vindo dela, qualquer coisa se tornava importante e digna de atenção. Um dia correu o boato de que ela estava com piolhos. Depois das lendas criadas por adultos para aterrorizar os pequenos de que era preciso raspar ou queimar cabelos que adquirissem o parasita, as outras crianças mantiveram uma distância segura. No dia seguinte ela apareceu com o cabelo cortado curto, bem curtinho mesmo, mais curto ainda que o do irmão, Fabiano, que estudava na mesma classe e tinha o cabelo liso num corte tigelinha. Mas como se tratava da Renata ninguém teve coragem de tocar no assunto. Ela também nunca disse palavra, embora vez por outra levasse as mãos até a nuca como se esperasse encontrar um rabo de cavalo ali, para então recuar desconcertada. E o cabelo curto da Renatinha se tornou assunto banido sem que ela precisasse pedir, nem mesmo reconhecer o respeito implícito no nosso silêncio.

O Ivan era um loirinho troncudinho, com cara de alemão de meia idade (foi a melhor descrição que me veio à mente), olhos verdes miúdos, bastante tímido e que sentava na lateral direita da sala de aula - e me surpreendo por lembrar disso até hoje. Ele usava uma camisa uns dois números abaixo do que devia e a barriga estufava os botões quando ele se sentava; não sei se por descuido ou falta de dinheiro para uma nova. Até o sapato parecia com os de adulto, numa época em que praticamente todos os meninos (e as meninas não adeptas do sapato boneca) usavam conga, bamba ou kichute. Não havia bullying, no entanto. Ele era apenas diferente e isso não era considerado um crime. Um dia, em que minha mãe viria me buscar mas se atrasou, eu e o Ivan ficamos sentados no pátio da frente da escola, dividindo com precisão quase aritmética o conteúdo de um pacote de biscoitos e discutindo algo muito importante na época (hoje não consigo lembrar) e ele me fez companhia até o fusca azul surgir na esquina.

A Leila era a gordinha que sempre tinha as coisas mais legais. No primário, anos 80, ter um estojo de canetinha com 72 cores era garantia de popularidade. Eu achava um desperdício que ela tivesse aquele estojo, já que não sabia desenhar e nem pintar. E pintava usando as canetinhas ao invés dos lápis de cor (o estojo de lápis de cor dela também era fenomenal), o que manchava a parte de trás da página do livro. Eu lamentava mentalmente ao vê-la esfregar a canetinha com força no desenho. Poucos meses depois do começo das aulas, metade das canetinhas do estojo da Leila já estava falhando. No meio do ano já era preciso comprar outro. Uma vez ela me deu, sem dizer nada, algumas canetinhas do estojo velho - as que ainda estavam boas. Não que meus pais não pudessem comprar; eu é que nunca vi razão para pedir. Mas fiquei tocada pela generosidade da menina, que simplesmente pediu que eu abrisse e juntasse as palmas das duas mãos, depositou nelas as canetinhas coloridas e saiu sem dizer nada. Além desse momento, que eu nunca soube explicar direito, nós nunca fomos especialmente amigas; mas aprendi que existem vários talentos no mundo e que não há nada de errado em não dominar alguns.

A Elaine parecia um boneca de porcelana; na beleza e, principalmente, na fragilidade. Cabelo loiro curto e encaracolado, rosto melancólico e pálido, olhos verdes enormes e fundos, saia um tanto mais longa que a das outras meninas, pernas esguias, mãos delicadas e ainda mais brancas que o rosto. Hoje em dia eu talvez pensasse que ela poderia ser modelo quando crescesse. Era sempre muito bem comportada, tirava boas notas nas provas, usava bolsa tiracolo ao invés de mochila e falava pouco. Tinha um cordãozinho fino de ouro de verdade e nunca tirava. Jamais corria na hora do recreio, o que interpretávamos por boa educação. Um dia uma moça muito bonita apareceu na escola, loira e pálida e melancólica, e essa moça pegou a Elaine pela mãozinha branca e a levou embora. Ela não apareceu para estudar no dia seguinte, nem no outro, nem na outra semana. Mais tarde algumas crianças ficaram sabendo através das mães que a tal moça era mãe da Elaine, e que ela não podia mais estudar porque estava muito doente. Elaine nunca mais voltou para a escola. Nem para aquela, nem para nenhuma outra.

Clayton era o arquétipo do moleque insuportável. Dentuço, tinha um tique nervoso que o fazia estalar os lábios constantemente, o que era irritante e um pouco ridículo. O tique também fazia com que ele levasse a cabeça para trás e depois para a frente, num movimento bastante parecido com o que certas aves aquáticas fazem quando andam - o que imediatamente lhe garantiu o apelido de Ganso (curioso eu ter tido um amigo chamado Pato no segundo grau e outro chamado Ganso no primeiro). Clayton colava chiclete no assento da professora, falava palavrão constantemente, metia-se em brigas, punha espelhos no chão para ver a calcinha das meninas. Hoje em dia acredito que o mau comportamento tenha sido a maneira que ele encontrou de sobressair às piadas e apelidos, cortesia do probleminha neurológico. Ele sentava atrás do Ivan, e apesar do contraste de personalidades, eram os melhores amigos. Uma vez ele fez uma piada direcionada a mim e eu respondi com um “legal você fazer com os outros o que não gosta que façam com você!” e ele ficou calado e a gente se olhou em silêncio por uns segundos, daqueles onde tudo muda, e ganhamos um pelo outro um respeito mútuo que durou até perdermos contato.

Michel era o Pequeno Príncipe. Imaginou o livro, viu o filme? Então. Era ele. Além disso tinha uma daquelas réguas paraguaias made in china, com desenhos que se mexiam quando você mudava o ângulo. Todas as meninas eram fascinadas por ele porque nunca ninguém tinha visto um menino tão bonito. Eu era fascinada pela régua. Mas reconhecia que sim, além de bonito ele era também educado e inteligente. Mas não exatamente sociável. As mais afoitas sentavam perto e puxavam conversa (que ele retribuía com silêncio ou monossílabos), ou sentavam na cadeira atrás dele e ficavam penteando com os dedos os cabelos perfeitos do menino - e eu tinha certeza que ele só permitia por preguiça de ter que lhes dirigir a palavra pedindo para parar. Eu tinha tudo em comum com o Michel, só não tinha coragem de falar com ele; minha arrogância não aceitaria receber a mesma resposta monossilábica e descuidada que ele oferecia às outras. E assim fiquei sem falar com ele, até o dia em que ele chegou atrasado e sentou na única cadeira vazia da sala - do meu lado. Me senti extremamente desconfortável com a situação, até que a lâmpada se acendeu. Eu podia falar com ele de maneira digna, pedindo emprestada a borracha que ele estava usando (não tive coragem de pedir a régua). “Espera”, ele respondeu. Assim que terminou de usá-la passou a borracha, sem me olhar. Impossível não se apaixonar. A paixão súbita alimentou minha coragem: “posso pegar a régua emprestada, também?”. Ele levantou os olhos do caderno e me olhou e eu achei que fosse virar pedra. “Tá, pode pegar a régua também”. Peguei. E perdi vários minutos girando a dita cuja nas mãos e vendo as princesas e pôneis e florzinhas se mexendo no fundo cor de rosa, até que me ocorreu: “a sua régua é de menina”. Disse em voz alta e ele me olhou de novo, levemente espantado. Olhou para a régua e começou a rir. Eu ri também e desde então ele ria sempre que eu a pedia emprestada. “Régua de menina, né?”

No último ano do primário, bem, alguma coisa aconteceu. Deve ter acontecido, eu não lembro. Só lembro que de repente me vi sozinha, sem amigo algum - a não ser a Claudinete. Que quase não ia à escola; dava o ar de sua graça em classe umas três vezes por semana, no máximo. Eu não sabia então, mas fiquei sabendo depois que seus pais estavam tendo dificuldades para pagar a mensalidade. Eu ficava completamente perdida quando ela não aparecia. Todos os dias chegava cedo, me instalava na minha cadeira e passava a encarar a porta obsessivamente. Sempre um alívio do tamanho do mundo, como se um rebanho de mamutes tivesse se levantado das minhas costas, quando a cara morena, o cabelo curto e crespo e os braços magros segurando apenas um caderno, lápis e caneta (Claudinete não tinha mochila) entravam por ela. Mas as entradas foram rareando cada vez mais e se tornando cada vez mais frequentes os dias em que eu esperava em vão, a ansiedade escalando velozmente cada minuto. Quando a professora por fim se sentava na mesa iniciando os trabalhos do dia, eu relutantemente mudava o foco da porta para o caderno, dando minha esperança como perdida. Certa vez, uns quinze minutos depois do começo da aula, já absorta na leitura, senti a mão magra e gelada no meu braço quando minha amiga se atirou na cadeira, sem fôlego pela corrida para compensar o atraso, me iluminando a manhã naquele sorriso de dentes grandes e brancos.

A ele seguiram-se várias semanas de sumiço absoluto, onde eu fui aos poucos me dando conta de que ela não ia mais voltar. Não voltou. Depois que me conformei, aceitei sem reclamar o meu destino: passar o recreio sozinha na sala ou descer e vagar invisível pelo pátio, pisando incerta o chão de pedrinhas, vendo a infância dos outros acontecer diante de mim e com a certeza resignada de que a minha havia começado a acabar no instante em que aprendi o que era a solidão.

Mudei de escola no ano seguinte.



Lolla, 7, pronta para entrar no palco na festa junina do Centro Educacional.

Love makeup.



Mandei a capa do número 6 da LOVE com a linda Elle Fanning para o Instagram e resolvi mostrar a “coleção”. :) Ganhei o primeiro número do respectivo, que achou bonita a capa com a Beth Ditto. Depois continuei a comprar porque as fotos costumam ser fantásticas. Além da capa com a Beth, minha preferida é essa última com a Elle (a edição 6, aliás, tem outras sete capas, todas muito bonitas).

O mercado editorial inglês é uma perdição para quem gosta de revistas.



Na quinta feira passada estive no Westfield com uma amiga. Passamos na frente de um champagne bar que por sua vez ficava na frente de uma filial da Tiffany’s. Imediatamente me imaginei fazendo a Audrey; só que nosso Breakfast at Tiffany’s teria sido champagne ao invés do breakfast pobrinho (café + pastries) da Holly Golightly. Infelizmente Atkins me obrigou a virar abstêmia. Damn.

Acabamos almoçando no Nando’s, um restaurante baratinho de rede (teoricamente português) que serve galinha frita com molho de pimenta em vários níveis de queimação. Pedi minha galinha “plain”, isto é, sem molho e apenas marinada na pimenta piri-piri. Os refis de coca cola são gratuitos e tive que me contentar com uma salada verde extremamente sem graça, porque todos os outros acompanhamentos se resumiam a pão/batata/arroz. O lugar está sempre lotado, tem um clima animado, os atendentes são simpáticos e prestativos e é uma verdadeira babel de idiomas e nacionalidades. Pena que a comida seja tão sem graça e o ambiente tão barulhento por causa da criançada. Em se tratando de fast food barato eu prefiro o Pizza Hut, que além do óbvio também serve pratos de massa surpreendentemente bons para um restaurante de rede e naquela faixa de preço.

O lugar estava extremamente quente. Shoppings aqui não têm ar condicionado e, ao contrário dos brasileiros, não se transformam num oásis quando faz calor. Pelo contrário. O suor colava na minha testa enquanto eu esperava Susana experimentar TODAS as cores possíveis de blush na loja da MAC enquanto me mostrava suas “inspirações” nos sites de moda-beleza dos favoritos do seu iPad.

Resultado do marketing: comprei uma base Lancôme, um blush creme num tom de rosa lindo (Posey) e um batom vinho escuro bem gótico (Dark Side) na MAC. 50 libras mais pobre. Daí lembrei que vi em um dos blogs uma quarteto de sombras Natura custando OITENTA REAIS e de repente meu mini shopping spree de patricinha me pareceu um excelente negócio.



O Chococat só está aí porque ele é lindo and I'm love.

O blush tem uma textura bem gostosa, mas achei a durabilidade fraquíssima. Pelo preço e fama da marca eu esperava mais; não compraria novamente. A base, já bastante festejada na internet (especialmente depois de ter sido pela Kate Middleton no dia do seu casamento), dispensa apresentações. Deixa a pele aveludada sem aquela aparência trágica de reboco, espalha lindamente economizando produto e deixa a sua carinha iluminada e radiante sem necessidade de "glitter" nenhum.



Isso aí em cima não teve a menor intenção de ser um swatch, ok? Mas o batom é um vinho bem escuro, uma delícia. A vendedora ficou me olhando surpresa quando eu pedi um "batom cor de vinho". Eu sabia que não se usava essa expressão aqui, mas qual seria exatamente a alternativa? Dark red? Não era bem o que eu tinha em mente. E Bordeaux/Burgundy no fim das contas são nomes de regiões produtoras de vinhos na França, então minha analogia não foi assim tão bizarra...

E agora, enquanto vocês procuram pelos seus queixos caídos em algum lugar debaixo da mesa (sim, é real: escrevi mesmo três parágrafos falando sobre maquiagem!), eu vou ali procurar o meu, tirar aquele blog pró-consumo do reader (que obviamente foi parar lá sob influência do capeta) e voltar a comprar maquiagens na farmácia.

my favourite things.











Fui visitar uma amiga que esteve bem dodói há duas semanas atrás, e além dos cupcakes com chá de framboesa com que ela me recepcionou, fiquei surpresa ao ganhar presentinhos. Muito delicada a estampa de rosas na embalagem do sabonete, envolto por um laço de fita de seda e dentro de uma cestinha de arame. Ela sabe que eu adoro as trufas de champagne da Charbonnel et Walker e por isso ganhei também essa mini embalagem em forma de coração. Muito mais bonita do que a embalagem original redonda - infelizmente dentro do coraçãozinho só cabem três trufas...

Levei um buquê de rosas brancas, as preferidas dela. Achei super elegante recepcionar visitas com tanta doçura - literalmente!

O pincel de maquiagem (comprado na Primark!) e os colares na foto são meus.

p.s.: Uma semana em Atkins. Menos 2kg. :)