We’ll call it Christmas when the adverts begin







Não têm, na verdade, gosto de abacaxi, laranja ou maçã.
Mas eu gosto das embalagens.





Chá novo e revistas velhas.

















Os comerciais de natal começaram na TV. Ainda não vi o da John Lewis, que todos os anos produz alguma peça piegas que vira o assunto da semana. Confesso que o único de que eu gostei foi esse, de 2010. Outro dia vi o primeiro anúncio natalino da Coca Cola de 2014 e me assustei: o ano oficialmente acabou.

Não ter que comprar presentes para ninguém que esteja *esperando* por eles é uma das muitas compensações que a vida me deu pelas demais inconveniências. Por essa época os jornais chegam pesados de catálogos de coisas que eu não tenho o menor interesse em adquirir e usei-os para fazer uma fogueirinha no quintal. Comprei mais uma caneca para a minha coleção de louças da Ikea. Estou pensando em escrever o ano de cada aquisição com caneta permanente no fundo, mas a tinta precisa resistir à lavadora de pratos.

Fiz doze quadradinhos coloridos de crochê; faltam apenas mais 348 para a colcha que eu provavelmente nunca vou terminar. Passei duas horas tentando pôr prateleiras na parede da cozinha (sem sucesso), assistindo Big Trouble in Little China com os meninos e pensando em como é terrível passar o Natal no Brasil e como é bonito o Rio de Janeiro no inverno. Saudade e alívio.

Yet another sunday.

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