2000 + 16



Então, esse vai estar sendo esse o Meme 2015. Também conhecido como o “Meme para tirar o blog do limbo”.

Sim, ela finalmente chegou: a rendição. Me rendo ao fato de que não tenho mais saco pra blogar regularmente, perdi o ímpeto de escrever longos textão (e a capacidade foi junto, pra ser honesta), a paciência pra editar 70 fotos + selecionar dez ou quinze (que vão estar ruins de qualquer modo porque não limpo o sensor da minha câmera desde… 2006?) e o sentido de propósito nisso tudo.

Entretanto não consigo me imaginar não tendo um blog - minha identidade como “internauta” (o uso irônico do termo retrô na real entregando a idade) se formou dentro de uma caixinha de formatação de texto onde eu recontava histórias da minha vida para mim mesma, sem perceber que havia uma mini platéia se formando em volta. Mais ou menos como aconteceu com todo mundo que fez conta no Blogger nessa época. O tal do “weblog” foi uma das primeiras coisas que fiz na internet; deixar de ter um seria, de certa forma, como não estar mais aqui. So hey ho, let’s go.





A idéia inicial do meme era distribuir as tarefas por cinco dias, mas hahahaha, né. Vamos ser realistas.

1. Toque as cinco melhores músicas do ano. Bem, não serão “músicas DO ano” até porque a maioria delas não foi lançada esse ano. O que importa não é a data de lançamento e sim o que eu ouvi em 2015, certo? Não tem muita novidade porque nesses 12 meses eu quase não ouvi rádio. Isso não ajuda a manter o dedo no pulso das tendencinhas musicais, mas por outro lado poupa os ouvidos. Num ano onde o paradão se viu populado por Ed Sheeran, Justin Bieber, Sam Smith e “divas pop” (leia-se “auto-tune queens”), acho que foi uma benção acidental.

♥. Psychotherapy - Jezabels (uma das minhas bandas preferidas de 2015, uma riqueza melódica incrível, essa vozinha meio saída dos anos 80 evocando Cocteau Twins. “love you babe, you’re hotter than Peru” - sim)
♥. Lifespan - Vaults (foi até trilha de comercial de tv, mas não tenho preconceito; esse beat etéreo é puro catnip musical. “you took what you wanted to take and yet you never wanted nothing from me” - ouch)
♥. Baby Love - Petite Meller (ela é uma espécie de Lady Gaga fofinha e esse é o melhor vídeo também ♥ Como resistir às dancinhas, ao figurino da Petite? Dá até vontade de copiar esse make “blush hematoma” )
♥. Sights - London Grammar (me apaixonei pela voz dessa menina linda em 2014 - uma espécie de Florence Welch mais suave, sem a gritaria - e sigo encantada em 2015 e querendo estar no próximo show deles)
♥. Lies - Chvrches (delícia de synthpop, retrô sem soar datado, obra dessa bandinha escocesa; fez parte da trilha sonora da melhor balada de 2015. “i can sell you lies, you can’t get enough, make a true believer of anyone”)

Notou que só tem menina no vocal? Esse foi o ano delas (poderia ter citado mais um monte: Lykke Li, Russian Red, Seinabo Sey, Lola Wolf, Diane Birch, Molly Rankin, Halsey, Lianne La Havas, etc), mas… posso adicionar um breve bônus masculino aqui?

♥. Naive dream - The Mary Onettes
♥. Wake up call - Nothing but Thieves
♥. Too many hopes for July - Blaudzun
♥. Outsiders - Suede
♥. Under the gun - Electric Guest

Enfim, esse ano teve Spotify Premium (cortesia da Vodafone, minha operadora de celular, que só faltou me dar a bunda pra eu ficar quando pedi pra sair; nunca me senti tão amada na vida) e eu já peguei as dicas de como descobrir coisa nova ano que vem. 2016 é uma criança.







2. Enviar uma mensagem para quatro pessoas com quem eu deveria falar mais.

Eu sou facinha, e geralmente se não falo com alguém é porque falta assunto, afinidade ou vontade. A exceção a essa regra são meus amigos luditas, aqueles que não suportam internet/celular, ou que até suportam mas não sabem muito bem com essa coisa funciona. Recadinho de ano novo para os lindos desconectados:

J - Eu sei que prometi ir em Agosto. E Agosto virou Setembro, que virou Novembro, que virou ‘Natal ou Ano Novo’ e que agora acena como uma possibilidade na primavera. Se eu estiver viva até lá e se você ainda acreditar que eu sou capaz de entrar no site da FlyBe e comprar passagens, prometo despencar de novo na ilhota pra conhecer a sua casa nova, ver o tanto que a sua filha cresceu, aturar de bom humor as indiscrições do seu ex e te resgatar mais uma vez de outra bebedeira - dessa vez de rosé, porque agora você é chique, bem, e garrafas de Sagres não entram mais no seu carrinho de supermercado, nem na comanda do Royal. Love you, see you soon (promise!)”

F - Outro dia vi um rapaz na balada rebolando alegremente ao som da Lady Gaga e algo nele me fez lembrar de você dublando Robocop Gay dos Mamonas Assassinas na sala da casa da V., a mãe dela fazendo xixi de fato nas calças e a P. gritando pra vizinha vir ver. Meu aniversário foi o melhor dos últimos anos e eu já estou triste por pensar que mês que vem não vai ter a gente cantando Farol das Estrelas do Soweto, nem você dando receita de farofa pro dono do restaurante enquanto eu te chutava embaixo da mesa e nem o nosso campeonato de piadas de mau gosto (ou apenas ruins, mesmo). Em 2016 como sempre o mundo vai nos entender ainda menos. Mas dane-se o mundo, porque a gente vai se entender ainda mais.”

M - Você foi a única coisa boa que ficou de um lugar que já foi tão importante pra mim, a única memória bacana que ainda se esconde por trás daquelas esquinas que agora só me servem como cenário de pesadelos. Você nunca está neles, e às vezes a gente demora tanto a se ver que eu começo a esquecer o seu rosto - mas aí basta lembrar que você parece com aquele cara feio do New Kids on The Block. Tô com saudade do bolinho branco da sua mãe, de sentar na soleira da janela do seu quarto com uma garrafa de Antarctica na mão, de folhear sua coleção de selos, de ouvir a sua voz tranquila, doce e triste, que ao contrário do seu rosto nunca sai da minha memória. Põe uma pra gelar que eu tô chegando.”

M - A gente se fala pouco e quase sempre ao fim da conversa eu tenho vontade de dar um block pra cada letra do seu nome. Porque você é rude, inconveniente, mentiroso, agressivo e arrogante. Eu perdôo os seus defeitos porque é como se estivesse perdoando a mim mesma; sei que se um dia eu resolvesse cortar contato seria como reconhecer que eu também não mereço segundas (e terceiras, décimas) chances. É fácil amar o que é amável, mas te tolerar é um exercício de paciência - e às vezes, admito, também um prazer. Obrigada pelas risadas, pela amizade que me fez achar meu chão naquela piscina sem fundo, pelo melhor arroz com salsicha e apesar de tudo eu espero que em 2016 você não mude. Não muito.”







3. Listar três coisas pelas quais você é grata.

2015 não foi um ano de muita gratidão. Começou inclusive muito mal. Perdi coisas importantes, sim, mas eu sou daquelas que vê vantagem em ter quebrado uma perna só ao invés de duas. Os bônus de sempre são: não ter morrido achatada por uma bigorna, não ter sido diagnosticada com alguma doença terrível (toc toc, o ano ainda não acabou) e manter uma teto sobre a minha cabeça e uma geladeira cheia de comida. Mas além do básico e essencial, esse ano eu me vi grata por:

- Ter conhecido mais do (ridiculamente lindo) interior da Inglaterra e estado tantos lugares diferentes no campo graças à minha carteirinha do National Trust. Fiz milhares de fotos e compartilhei, ó: quase nenhuma, but just you wait.

- Ter mudado a minha dieta, o que “consertou” o meu metabolismo quebrado e ter começado a fazer exercícios e a caminhar regularmente. Ver músculos surgindo onde antes só havia pelanca is quite something. ♥

- Ter conhecido pessoas bacanas, interessantes, generosas e que estão me ajudando a caminhar para frente. Depois da legião de oportunistas, malucos e babacas dos últimos anos, amém, eu merecia.







2. Termine duas coisas que você precisa fazer.

- Terminada a lista (a LISTA! hahaha) de coisas para fazer na reforma do banheiro. Zero glamour de tarefa, mas minha sala de banho vai ficar super tetéia.
- Todos os frilas de 2015 estão prontos e foram entregues. Estarei em recesso até o meu aniversário.

1. Escolha uma palavra para descrever o ano.

Fico entre “descoberta” e “aceitação”. A primeira soa definitivamente melhor, mas aceitar mudanças foi o que me finalmente me trouxe paz, me forçou a desenferrujar aquela lendária capacidade de adaptação e me abriu espaço para descobrir - coisas, lugares, pessoas e o meu potencial.

Mais um ciclo encerrado. All in all? Not bad.
Vou reclamar de um ano em que eu não morri não, parça. Tamo na pista, tamo pra negócio, tamo inteiro. Thanks, 2015. ♥





[6×6] Beautiful Things













1. Fachadas coloridas em Hampstead Heath.
2. Louças da Anthropologie (e chás em caixinhas adoráveis).
3. Rosas resistindo ao frio e florescendo na reta final do outono.
4. Decoração de Natal de Covent Garden (esse ano temos mistletoes gigantes).
5. Annuals vintage (cada capa mais linda que a outra)
6. Saint Pancras station (a estação mais linda do mundo? yes)

Depois de um mico no mês passado onde eu esqueci total do projeto (novembro foi punk e olha que passou voando), é nóis aki trá veiz. Tá meio difícil fazer fotos ultimamente porque os dias já estão cor de chumbo e a iluminação natural começa e termina na parte da manhã - isto é, quando começa… Mas raspei o tacho e consegui reunir seis coisas que me ajudaram a encarar os primeiros dias de muito vento e chuva de dezembro e preparar o espírito para a escuridão invernal (gosto quando ela se instala, mas a contagem regressiva pra mergulhar no breu pode ser meio assustadora) e o final de um ano que foi complicado em alguns aspectos mas MUITO recompensante por outros. All is well, all is moving, all is still beautiful and filled with love and joy.

More beauty: Taís (Irlanda) - Alê (Ucrânia) - Paula (Holanda) - Loma (Coreia do Sul) - Paula (Austrália)

Warm and lovely

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Sawmill café, em Stratford. Toda uma vibe “cafeteria artesanal hipster”, o que talvez explique a total ausência de clientes não-brancos numa área majoritariamente não-branca. O staff extremamente simpático explicou os ingredientes de todos os bolos na vitrine, mas trouxe o chá sem leite e o rapaz pareceu surpreso quando pedimos. “Leite… no chá?” Well, eles são poloneses. Tá perdoado. :)

Os bolos são deliciosos mas a vibe é leste européia; a massa é mais úmida, porém menos doce e eles pesam um pouco a mão no creme batido - mas não estou reclamando. O display de comidinhas salgadas é apetitoso. Infelizmente não provei nenhuma, mas fica aí uma boa desculpa para voltar. :)

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(tomei um empurrão acidental de alguém que vinha saindo quando estava fazendo essa foto, mas vou postar assim mesmo porque olha esses bolos, cara)

Wa Café

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Eu já tinha mencionado por alto aqui o Wa Café em Ealing; não fica exatamente perto de casa e não sei se isso é bom ou mau. Se ficasse ali na esquina eu estaria lá todo fim de semana, ficando cada vez mais pobre e menos magra. :)

O café fica em frente a uma pracinha verde; não é grande e a quantidade de mesas é limitada, mas tem janelas enormes enchendo o interior de luz. O staff opera naquele nível de simpatia e eficiência que definem o atendimento ao cliente no Japão. Os bolos e pães parecem bem fresquinhos, provavelmente porque tudo é feito no local e esgota rápido. As atendentes reestocam a vitrine constantemente, mas alguns item são limitados e não estavam mais disponíveis no meio da tarde. Conclusão: chegue cedo! :)

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Japoneses na produção, no serviço e formando a maior parte da clientela. Ealing é uma espécie de mini-Japão em Londres e eu só fiquei sabendo disso recentemente.

Eu gosto muito da versão made in Japan da patisserie francesa. Os doces realmente tradicionais são um pouco diferentes, mas quando estive em Tóquio *todo* café servia uma variedade de tartes, macarons, cheesecakes, petit gateaux… Era como se eu estivesse em Paris, mas com uma loja da Kiddyland do lado e gothic lolitas saracoteando lá de fora - ou seja, Jesus esteja anotando porque já encontrei minha versão ideal de paraíso. ♥

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(Repetindo essas fotos do outro post por motivos de: fotos de comida nunca são demais)

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Eles servem o chá em bules e xícaras transparentes. Fiquei tão encantada que tive que comprar um igual pra fazer chá em casa. O chá verde fica especialmente bonito nele, mas eu não gosto de chá verde - o que torna o meu segundo pedido um tanto quanto inexplicável:

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Yup. Soy latte macha. Poucas bebidas superariam esse potinho em termos de hipsterismo, mas era tão lindo que eu tive que arriscar. Veredito: não é nem de longe tão ruim quanto eu esperava, mas de fato não sou fã do sabor forte de ervas. Prefiro meu latte puro (ou com caramelo) e leite de vaca, please.

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Começamos pelos salgados: o meu pãozinho tem recheio de frango com molho teriyaki e queijo. Tava super gostoso, mas podia ter mais recheio aí hein. Muito mais.

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Colega pediu esse “enroladinho” (hello, cantina da escola!) de queijo e presunto. Ele disse que estava perfeito e pela cara parecia mesmo. Também esqueceu de me dar um pedaço, o que obviamente configura ganância delícia.

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Esse aí tinha recheio de queijo e bacon. Dessa vez consegui uma mordida e uh-lala. Very good indeed. Tá na wishlist pra pedir da próxima vez que visitar (pelo bem das minhas calças, que seja daqui a muito tempo).

Hora da sobremesa:

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Eu tinha que provar o clássico: strawberry chiffon cake. Um dos bolinhos mais famosos da culinária japonesa, presença bastante popular em festinhas de aniversário. A massa é incrivelmente fofinha e não muito doce; o creme é super leve e a sensação aqui deve ser bem parecida com a de morder uma nuvem. E esses morangos? Say no more, just munch.

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Continuando com a vibe patisserie, esse é o trio de choux. Os recheios são de azuki (sim, um tipo de feijão; não, não faça essa cara), chá verde e sésamo. Soa terrrível, mas eu provei um pedacinho de cada e me arrependi zero vezes. Mantenha isso em mente, infiel.

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Famoso Mont Blanc; uma castanha inteira envolvida em creme batido dentro de uma tortinha de frangipane (que leva amêndoas) e coberta por um glacê de castanhas francesas. Amém.

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Foto feia que não faz muita justiça a esse delicioso cheesecake de baunilha. Simples, porém muito bem feito e inesquecível. Mas nada é perfeito: a fatia é pequena demais. Projetada para delicados estômagos japoneses, mas o meu barrigão guloso ocidental sofreu.

Não resisti a levar um takeaway pra casa: os cones com recheio de nutella (?) e esse pequeno koala (que é um biscoitinho chinfrim encontrado em qualquer mercearia de Chinatown - but oh so cute).

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Já voltei lá outra vez e provei coisas diferentes; infelizmente esqueci de fotografar - boo. :( Recomendada a visita, apesar de ficar meio longe do centro. Não vai ser barato; cada fatia (pequena) de bolo custa por volta de 4 lilibetes, mas você recebe o valor do “investimento” de volta em termos de sabor, ambiente, serviço e apresentação. :)

The point is still the silence of your words

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The leaves are leaving me.
Outono, que mal começou, já acelerando para acabar. Oficialmente dois meses para 2016 já estar dando seus primeiros passinhos rumo ao fim.

Nessa época do ano é engraçado ver as lojas *desesperadas* para que o dia 31 de Outubro acabe logo e eles possam tirar abóboras, bruxas e esqueletos das prateleiras e encher tudo de tralhas de Natal. Quer dizer, desde meados de outubro as seções de Natal já estão funcionando, mas precisam dividir espaço nas vitrines com o Halloween. E você pode ver o desespero hesitante em tempo real, os itens nas prateleiras sendo *lentamente* imprensados num cantinho para que bolas, renas e papais noéis ocupem cada vez mais lugar. Goodbye preto, laranja e roxo; hello vermelho e branco - o verde é a única constante na paleta de transição capitalista do outono para inverno.

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Muffin clandestino (não costumo comer açúcar durante a semana) do dia no BBs: toffee apple. Eles têm vários sabores e me sinto tentada a provar tudo, especialmente as “edições limitadas” como era o caso desse: pedacinhos de maçã assada na massa e a cobertura de caramelo com esse confeito em forma de coruja. Mimo de Halloween, e proibido é mais gostoso anyway. :)

No fim de semana passado comprei dois pacotes de Oreo - o biscoito que jurei que não ia comprar nunca mais, porque não gosto e sempre me enjoa - por motivos de: recheio de manteiga de amendoin. ♥ O outro era um Oreo branco. Posso não gostar de Oreo, mas não resisto a uma novidade. Decidi não comprar o cookie cake na Millie’s e me arrependi amargamente porque essa semana eles estavam decorados com bruxinhas e fantasmas e eu tenho 10 anos. Mas comprei roulade de café na Marks & Spencer para compensar. Os Oreos? Meh. Decidi que não gosto mesmo.

Ouvindo Russian Red no repeat. Que delicinha.

Canecas do dia: polka dots douradas na BHS:

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Princesa Leia na Disney Store: as alças duplas são os sidebuns. Nerd love. ♥

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O Halloween 2015 aconteceu em Kent, e antes teve rolezinho no countryside. Por aqui dizem que um dos sinais da velhice chegando é planejar caminhadas pelo campo seguidas de chá com bolo no fim de semana - ou seja, aparentemente estou a dois passos do fraldão geriátrico.

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Pegue aqui suas maçãs gratuitas. ♥

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Fiquei com vontade de pegar mesmo pra fazer vitamina/suco mas eram tantas dentro do saco que tive certeza que a maioria ia estragar (ninguém come fruta aqui em casa) e não quis desperdiçar a generosidade alheia.

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Hora do bolo, que hora tão feliz.

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Licor de sabugueiro e framboesa.

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Senhores, isso estava ÓTIMO. ♥

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E esses saleiros de patinhos? Cada mesa tinha um conjunto diferente: ovelhas, corujas, cupcakes, etc.

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Saddlescombe é uma fazenda de verdade, funcionando 100%. Durante todo o tempo ficamos ouvindo os berros dos bezerros recém-separados das mães. Meio triste, but such is farm life. :/

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E se uma vaca preta cruzar o seu caminho no halloween?