rand?micas pr?-weekend.
Escrito em LOL, celebrities, diariamente, home, reminiscências, Julho 18, 2008 @ 06:54

Eu juro: at? vinte minutos atr?s, eu acreditava piamente que o nome da filha da Nicole Kidman era Sunday ROAST. Ah, ? Sunday Rose. Ok. Ah, mas que nome babaca… Rosa de Domingo? E em se levando em conta que ela nasceu numa segunda feira?? Sunday Roast seria bem mais interessante. A quest?o seria saber, roast de qu?? Galinha, porco, vaca ou ovelha?

Sem coment?rios para o nome que Madame Boc?o escolheu pra batizar seu primeiro filho homem. Ali?s, sem coment?rios para todo esse circo orquestrado pela parturiente em torno do nascimento dos beb?s. Nunca simpatizei muito com esse casal e, ao contr?rio de quase todo mundo, que acha muito lindo esse sistema de ado??o de minorias em s?rie, eu sempre tive sincera pena dessas crian?as.

Que tipo de inf?ncia ? essa, nunca sabendo em que casa ou pa?s v?o morar daqui a seis meses (dependendo dos caprichos da mam?e, pode ser am?rica, vietn?, nam?bia, fran?a… etc), impossibilitados de fazer amigos que n?o sejam filhos de celebridades, de estudar em uma escola normal, de desenvolver uma identidade, criados por bab?s e seguran?as (Angelina fez uma m?dia de 2,5 filmes por ano desde que adotou Maddox… “M?e presente”? Me engana que eu gosto) e seguidos por TODA a parte por um batalh?o de fot?grafos, tendo suas vidinhas esmiu?adas e seguidas feito novela pela metade da popula??o mundial.

Por muito menos nego fica louco no showbusiness e faz a festa e fortuna dos terapeutas de celebrities. A troco de escapar da mis?ria de seus pa?ses de origem, vendem a inf?ncia aos tabl?ides, com a coniv?ncia de papai e mam?e?? Tem coisas que o dinheiro n?o compra, ainda mais para uma crian?a, cujas necessidades s?o t?o b?sicas e incluem carinho e rotina. Minha inf?ncia foi muito mais feliz, obrigada.

Lendo o blog da Loll?, no post onde ela narra o dia em que saiu com uma bota de cada cor, me lembrei do dia em que s? no ?NIBUS fui me dar conta de que havia vestido o suti? por cima da blusa.

Em minha defesa, eu estava saindo de casa ?s cinco da manh? de uma segunda feira, depois de ter ido dormir ?s duas (lembra daquele tempo em que internet com pulso ?nico s? depois de meia noite? E que voc? - VOC? SIM, n?o negue! - ficava acordado com a finalidade de passar a madrugada clicando alopradamente enquando a conex?o n?o ca?sse? Pois ?).

A minha sorte ? que o ?nibus estava praticamente vazio. Opa. Pera?. N?O ERA pra estar vazio! Naquele hor?rio, eu estaria me sentindo uma sardinha enlatada, em meio ?s empregadas dom?sticas, pedreiros, bab?s e office boys indo trabalhar na zona sul, sem contar as velhinhas hipocondr?acas que sempre acordam super cedo para se enfiar em filas do SUS. Mas n?o. S? havia um rapaz sentado num dos bancos da frente, dormindo a sono solto. E uma velhinha logo atr?s de mim (provavelmente hipocondr?aca), tentando abafar o riso.

S? duas pessoas?? N?o pode ser. Tem algo estranho. Foi a? que percebi que, al?m de ter me vestido errado, tamb?m havia pego o ?NIBUS errado. Great. Me levantei resmungando e fui me sentar no banco de tr?s, onde tirei o suti? e, fazendo malabarismo pra n?o ficar pelada, vesti o dito cujo devidamente por baixo da roupa (mais tarde verifiquei que havia vestido o suti? do lado avesso, mas enfim).

Na volta, passei pela velha hipocondr?ada-e-engra?adinha e percebi que ela ainda estava se divertindo ?s minhas custas. “Pensei que fosse pegadinha do Faust?o!”, riu ela. “Ah, ? claro que ?, mo?a”, respondi, com o bom humor pr?prio quem est? devendo cinco horas de sono a si mesmo. “T? vendo aquela c?mera ali na frente? Cruza as pernas que eles devem estar filmando a sua calcinha!”. A velha olhou pra baixo t?o r?pido (a fim de verificar se suas partes pudendas estavam expostas) que bateu com a cabe?a no apoio do banco da frente. Seria a minha vez de rir, amarga n?o estivesse. “At? parece que algu?m quer ver a sua calcinha, dona”, pensei, enquanto tocava o sinal do ?nibus pedindo pra descer nalgum ponto remoto da Avenida Brasil.

Com botas trocadas eu nunca sa?, mas com a roupa pelo avesso ou com a etiqueta de pre?o dependurada do lado de fora… ?, toda hora.

Eu amo comprar roupa. S? n?o amo mais porque t? gorda - o que, de certa forma, ? at? bom, porque economizo uma grana. E prefiro lojas de departamento ao inv?s de “butiques”, porque esse “E a?, amor? Vestiu bem?” me exaspera. Se vestiu mal, eu digo exatamente o qu??? “N?o, gata, vestiu P?SSIMO. Ali?s, nem passou do joelho. C? tem alguma coisa a? maior do que GGG ou eu preciso deixar a bunda em casa antes de vir comprar aqui?”.

Ent?o, depois de aproveitar o sald?o das liquida??es de julho, achei que estava com sorte e entrei na Marks & Spencer. Que vem a ser o equivalente brit?nico da falida Mesbla (n?o uso a C&A como exemplo porque a C&A ? holandesa e n?o vende comida). Basicamente, s? achei coisa cara e roupa de av?. A idade m?dia dos clientes da Marks & Spencer ? 101. As mais jovens s?o as executivas de 30-40 anos, que n?o compram roupas mas enchem carrinhos de comida congelada superfaturada no supermercado da loja. O que ? a pregui?a de cortar um piment?o, n?o ? mesmo, minha gente?

Acabei comprando tralha, claro. Animada com os descont?es de at? 70% que eu havia conseguido nas outras lojas, levei pra casa uma saia na cor salm?o e uma sa?da de praia branca. A saia at? prometia, mas a entidade que eu incorporei para ter coragem de comprar uma SA?DA DE PRAIA e, para piorar, BRANCA, eu ignoro.

Eu simplesmente odeio roupa branca. Eu era a louca que usava preto da cabe?a aos p?s nas festas de reveillon, em batizado de crian?a (de prefer?ncia com um anel de caveira maior do que a minha cabe?a enfiado no dedo), em missa de a??o de gra?as… A ?nica ocasi?o em que eu tinha vontade de usar branco era em casamentos, s? pra ser esp?rito de porco.

Ent?o. A sa?da de praia (que na verdade comprei pra usar como vestido, mas ? feia demais at? pra isso) t? aqui. Me olha, me aponta dedos e ri. “VINTE LIBRAS”, diz ela. “Se voc? tivesse deixado ? mim e ? saia salm?o (salm?o? a saia me deixa parecendo um baiacu) de vinte e cinco na loja, poderia ter comprado um casaquinho de cashmere”. E Deus sabe que, em qualquer hemisf?rio, eu teria mais uso para um casaco de cashmere do que uma… sa?da de praia.

Parab?ns se voc? leu at? aqui. Tava disposto, hein?
Mas se voc? ? daqueles que s? “l? as figuras”, toma (fotos podres porque feitas com uma c?mera vagabunda):

Isso a? ? o banco que fica no fund?o do jardim, meu ref?gio predileto pra ler um livro e ignorar telefone tocando, gatos miando e convenientemente longe da “Dupla Fode Vida“: geladeira e computador.

O cantinho ? mesmo uma del?cia; tanto que n?o sei se leio, se namoro os figos na figueira, se paparico as minhas fuschias que voltaram ? vida ou se me co?o depois de encostar os p?s na urtiga. Mas o banco estava caqu?tico. Resolvi ent?o usar o resto da tinta do arm?rio da cozinha para dar uma cor. Porque, ao contr?rio daquela mob?lia novinha que comprei na promo??o e pintei, esse banco eu “herdei” junto com a casa e ? de qualidade muito superior - apesar de estar em p?ssimo estado.

Ok, eu devia ter lixado e aplicado um wood filler antes de pintar, devia ter pregado a t?bua solta do assento, devia ter tirado do lugar, “devia ter” uma p? de coisas. Mas, se eu decidisse esperar, ser paciente e seguir o esquema, o banco nunca ia ficar azul.

A t?bua solta eu vou pregar no lugar hoje, e pintar as t?buas do assento de branco.
E mais tarde, come?o a pintar o lavabo. Paredes VERMELHAS. Ui. Wait and see. :)

rand?micas maldosas
Escrito em celebrities, celulóide, Março 27, 2008 @ 10:43

keira knightley faz parte daquele selet?ssimo grupo de atores patologicamente impedidos de fazer outra cara al?m da que lhe ? padr?o (no caso da keira, boca de peixe e olhar de quem abusou da medica??o). outro dia tive o desprazer de me deparar com aquela refilmagem equivocada de orgulho e preconceito (2005, “cortesia” de joe wright) e n?o levei nem dez minutos para desligar a tv e ir tomar o meu leitinho gelado, temperado de desgosto.

ela conseguiu transformar miss bennet numa pentelhinha deslumbrada, em parte por conta daquela boca de truta que n?o fecha nunca. a cena onde mr. darcy se declara virou uma palha?ada pseudo-dramatico-rom?ntica-hollywoodiana. o que ? aquela chuva? aquela corridinha? aquela musiquinha incidental?? a cena original ? bem low key e ocorre entre quatro paredes (vamos combinar tamb?m que matthew macfadyen n?o ? nenhum colin firth e n?o convence como darcy). e a boca de peixe l?, vomitando as falas sem um pingo de emo??o. o conflito interno da miss bennet? quem liga pra isso?? o ?nico “conflito interno” pelo qual a keira passa ? decidir quantas cenouras ela pode comer por dia para continuar cabendo nas roupinhas de griffe que ganha dos designers.

acho que essa mo?a ? portadora de alguma patologia que a impede de fechar o maxilar. ou ent?o nunca aprendeu a respirar pelo nariz.

keirak.jpg

ent?o, keira dear, ? assim: voc? FECHA o buraco por onde entram as cenouras, e inspira fundo com os dois menores, aqueles por onde entra o p?

dizem os boatos que, quando casaram diana spencer com charles, uma das muitas inten??es era trazer um pouco de beleza para a fam?lia real. EU nunca achei que diana fosse uma mulher bonita; nem mesmo aos 20 aninhos, antes da anorexia e dos p?ssimos cortes de cabelo. mas a verdade ? que, se lilibeth & co. realmente pretendiam obter uma descend?ncia mais fotog?nica a partir desse casamento… FAIL:

royal.jpg

quando comecei a ler hist?rias sobre reinos encantados, belos pr?ncipes e lindas princesas, n?o sabia que a varinha de cond?o atendia pelo nome de photoshop:

royal4.jpg

que “magia” o qu?; ? preciso muita tecnologia pra salvar a princesa eugenie de parecer um h?brido mal misturado e corcunda da fergie + pr?ncipe andrew. j? pra salvar a IRM? dela, ? preciso crer em deus e no milagre da ressuscita??o. porque beatrice tem cara de roadkill - um sap?o atropelado, com os olhos saltando pra fora.

royal1.jpg

ah, esses contos de fada… tudo hist?ria.

sabe esses “eventos de celebridade” onde algu?m cobre uma parede com logos de alguma empresa e pede para os dign?ssimos posarem em frente, com cara de bunda, feito est?tuas de cera do madame tussaud? pois ?. n?o fosse isso rid?culo o bastante, ainda tem gente que aproveita a chance pra “sobressair” - nem que seja fazendo papel de retardado. repare que nessa foto (do blog da julia petit) todo mundo parece normal, dentro das circunst?ncias - exceto, ? claro, a nossa amiga galisteu:

pega.jpg

gata, te dou um conselho? a gente sabe que a sua “carreira” est? despencando (entre outras coisas, certo? muitos botox rolaram desde aquele ensaio pra playboy) e que isso deixa qualquer um pra baixo. mas pega leve no antidepressivo, porque o pessoal j? percebeu que voc? t? overdosando.

fa?a como a luciana e tente descolar um teste de gravidez positivo de alguma realeza rock’n'roll. e, j? que ela embuchou de um rolling stone, por que voc? n?o vai de beatles? recomendo o paul mccartney; ele est? solteiro, aparentemente gosta de loiras (muito mais) jovens, ? f?rtil feito um coelho e tende a pagar altos dinheiros pra se livrar de esposas encrenqueiras. YOU GO, GIRL.

eu juro que n?o sou sempre assim. ? a conjun??o astral, s?rio.

frances bean cobain.
Escrito em celebrities, Fevereiro 15, 2008 @ 17:42

estou boquiaberta.
e me sentindo uma anci?.

p.s.: viva estou. novidades, h?. mas h? tamb?m muita, muita pregui?a de blog.

Celebridade.
Escrito em LOL, celebrities, Junho 10, 2004 @ 17:35

A Gal Costa andou reclamando da minha cidade…
Disse ela que o lix?o daqui atrai urubus, que, ao sobrevoarem a ?rea atr?s de comida, podem ser tragados pelas turbinas dos avi?es, o que causaria acidentes terr?veis.

Em primeiro lugar, 99,9% do lixo que ? desovado aqui vem da Capital. Ent?o, que os cariocas aprendam a auto-reciclar o lixo que produzem. Como?? Engolindo-o. Ruminar n?o deve ser t?o complicado. Bois fazem isso.

Segundo, se a Gal est? mesmo preocupada com a problem?tica urubu, que d? o primeiro passo em prol da resolu??o de t?o grave quest?o. Que ela engula os urubus. Algu?m amarre a Gal Costa nas turbinas dos avi?es e recomende que entube o urubu com a boca antes que ele atinja a parte perigosa… A turbina, l?gico. N?o vai ser ruim. Pense em nunca mais ter que ouvir aquela voz estridentemente met?lica cantando “Odoi?… Odoi?????… Rainha do M????????…” na abertura da novela das oito. Dois graves problemas resolvidos com uma s? tacada. Ou melhor, bocada.

Eu at? que estava deprimida.
Mas s? de imaginar a Gal com um urubu atochado na garganta, fiquei bem. Suddenly.

(algu?m lembra disso? ?, eu me divertia nessa ?poca…)



menina, do rio 40 graus para uma pequena ilha entre a inglaterra e a normandia. uma tatuagem de lua e estrela e outra onde se lê "l'enfer, c'est les autres". odeia pepinos, hypes e intelectualóides. adora 70s rock, 80s pop, fotografia e badulaques vintage. xinga com frequência. e essa é a sua vida, em fotos amadorísticas e poesia roubada. mais?

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online desde 2001 pela mesma razão que você: ócio. o site é apenas uma sequência desconexa de updates para família/amigos, lembretes para mim mesma e coisas bonitas demais para não serem compartilhadas. como não pretendo ganhar notoriedade ou dinheiro com internet, não tenho a obrigação de ser relevante.


todas as fotos e textos pertencem a mim; exceções com o devido crédito. por favor não copie nada sem permissão. layout feito por mim, usando elementos appletooth e ephemera. wordpress rodando thanks to sweet marya.


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