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by Chris.
by Renee.
“Eu tenho medo de me tornar um adulto sem sonhos.” (Hayley)
Se você gosta de tattoos, eu recomendo o site - e talvez você se inspire para o seu próximo trabalho. :)
Hoje encontrei uma dessas lojas online incríveis que a gente só encontra nos EUA.














O vizinho velhinho excêntrico, supostamente descendente de piratas, a quem simpaticamente apelidei de Santa Claus (por causa da barba, não pela generosidade), veio trazer bolo. De coco. Que o Respectivo odeia, o que significa que terei tudo só pra mim.
Mas, se eu for pensar na fama de excêntrico dele, ou naquela ocasião onde ele se enfureceu com o barulho das obras aqui em casa (e com o caminhão com material de construção passando em cima da calçada dele) e veio bater com a muleta na minha porta e exigir retratação…
…ou o bolo é de urtiga ou está envenenado…
…e, se envenenado estiver, então MORRY amigas, porque gordo é foda e eu já comi a metade.
Burp.
LINKINHOS:
- Review de produto: Pregnant Barbie. Simplesmente hilário.
- Apesar de eu usar todas essas coisas, esse novo conceito de “vida online” me assusta.
- Acabei de fazer minha fonte (com a minha própria letra) aqui. De graça e em 15 minutos.
Uma das coisas que estou adorando hoje: as fotos da Irene no Etsy.



Love Galore:







Roupas infantis lindas, sem clichês. Crianças lindas de todas as raças. Lindas ilustrações de artistas fantásticos. Ou seja, você nem precisa ter filhos para adorar a Small Magazine.
Resultado da minha “olhada de vitrine” da semana na ASOS. Eu não compraria nenhum sapato de salto (infelizmente não participo tão ativamente da linha ideológica que prega “sem sofrimento não há beleza”), mas ainda assim, eles são lindos. Considerei as sandálias rosas, mas elas não são muito práticas. Tive uma visão dessas rosinhas meigas e delicadas sujas de lama, graxa, agarrando em coisas e caindo ou simplesmente descolando.



As bijoux da ASOS são geralmente clichê e sem sal, mas gostei dessas peças;
Ok, o cordão é totalmente clichê, mas que se dane. Preeeeeety.

(ASOS)
Não sei do que gosto mais; o conteúdo ou as caixas.





Criadas pela ilustradora Fiona Hewitt e pelo expert em “Cafonices Asiáticas” (haha) Andy Tainton, a marca “Dumpling Dynasty” foi inspirada em anos vividos em Shanghai, Beijing e Hong Kong e passados em mercados e brechós atrás de inspiração;
Aqui está a loja(ligue os alto falantes do micro e curta a trilha sonora).
O que eu queria vestir hoje:

ou:

ou:

ou:

Sets criados por mim; eu adoro o PolyVore!
As fotos da Kari Herer:


In bloom:

{cteteris}










Adoro essa foto de uma forma que palavras não expressam.
Também amo a história por trás dela.
Algumas poucas coisas são verdadeiramente universais e transcendem tempo, lugar e todo o resto. Algumas delas são tristes, como a solidão. Mas outras são belas, como o amor. O tipo que faz tudo valer a pena.






fotos via lullaby exile
Fui convidada pela Letícia a fazer parte do time de meninas que escreve o Mão Feita, um blog sobre… esmaltes. Isso mesmo. Pouca gente sabe que eu gosto mais de esmaltes do que de maquiagem. O motivo? As minhas mãos merecem! Elas são MUITO mais bonitas do que a minha cara!
Então vou transcrever aqui o meu post de apresentação no bloguinho de esmaltes; como já foi publicado lá faz tempo, acredito que as meninas não vão se importar…
Reminiscências: “Quando eu tinha uns doze anos entreouvi uma daquelas conversas de mães na sala, onde a minha confidenciava às outras algo mais ou menos assim: “minha filha pode até não ser uma miss brasil, mas tem unhas maravilhosas!”. Ao invés de ficar traumatizada para o resto da vida, saí saltitando pela rua e, com o dinheiro da mesada, comprei o meu primeiro vidro de esmalte. Vermelho da Risqué.
Lembro também o dia em que eu, nos velhos tempos de pseudo gótica juvenil, cheguei em casa com cara de quem havia descoberto a pólvora e as unhas pintadas de preto. Descobri o esmalte na casa de uma prima, que o havia comprado numa viagem ao exterior. Eu nunca tinha visto aquela cor antes e estava ali a resposta para o meu dilema: como ser levada a sério como gótica com as unhas pintadas de pink?? Meses depois me apaixonei por um playboyzinho e arquivei minhas pretensões de gótica wannabe - mas os CDs do The Cure e, claro, o esmalte preto, ficaram para sempre.
De resto, quis participar do Mão Feita pelo mesmo motivo da Renata - me forçar a fazer as unhas pelo menos semanalmente. Não há desculpa, já que tenho tempo e uma necessáire cheia de esmaltes. Aliás, existe melhor pick me up do que comprar esmalte novo? É baratinho, satisfaz um impulso consumista-girlie sem quebrar a conta bancária e não falha em nos deixar felizes e loucas pra correr pra casa e ver como fica. Eu sou a louca que se esbalda nas lojas “testando amostras” e sai com cada unha pintada numa cor diferente.
Dito isso, também sou a louca que nunca vai à manicure. Sério, devo ter ido umas duas vezes na vida e odiei cada segundo. Detesto gente futucando minhas mãos com artefatos pontiagudos - acho desconfortável e desconcertante. Faço eu mesma porque EU sei quando está doendo e a hora de parar; e também porque moro nos cafundós do Reino de Elizabeth e manicure aqui cobra o olho da cara e faz um serviço pior do que o meu. E, horror dos horrores: eu NUNCA tirei a cutícula. A vantagem é que, como nunca tirei, ela nunca teve que crescer de novo e é praticamente inexistente.
Ok, apresentação feita, vamos ao Esmalte da Semana:

Estou usando o 1 Seconde da Bourjois, na cor Rose Pearl, que é um rosa bem básico e bonitinho (a foto é péssima porque não refletiu o brilho). Estou tão apaixonada por esse esmalte que amanhã vou à cidade comprar todas as cores disponíveis (não muitas, felizmente). Além de a textura ser ótima (cremosa sem ser grossa, nem rala demais), o formato do “pinceau panoramique” é fabuloso. Você cobre praticamente a unha inteira com uma única passada. Eu consegui pintar a minha mão direita sem borrar; feito até então impossível. E dura bastante - pintei na segunda, hoje já é sexta e ele ainda está quase intacto. E oi, eu sou dona-de-casa.



Sem contar que seca em menos de um minuto; um dos motivos pelos quais eu demoro a fazer unha é a PREGUIÇA de esperar o esmalte secar.
É, eu sei. Imperdoável. Mas prometo mudar. Yes, we can!”
O resto dos meus posts está aqui, e visitem o blog, que é gostoso de ler até para quem não é “nail varnish addict” como as autoras. ;)
Acho curioso esse fenômeno pelo qual a web vem passando nos últimos tempos. Multiplicam-se blogs sobre moda, maquiagem, celebridades, as fashion bloggers estrangeiras criam sites visitadíssimos para expor seus looks diários - pelo menos uma delas é nacional (sei de outras, até bem anteriores, mas a Chris merece a citação por ser pop, haha), mas a minha favorita é a Cherry Blossom Girl. Apesar de ser uma parisiense poser e com cara de metida, as fotos que ela faz para o blog são lindas:









As fotos do quarto da garota são deslumbrantes - o que é aquela pintura da parede?? Já havia visto fotos do quarto em vários sites de decoração, e agora sei quem é a sortuda que dorme nele e, ao acordar, vai bater perna em Paris calçando sapatinhos Chloé e Miu Miu.
Outras fashion bloggers interessantes: jessica do what i wore, melissa do daydream lily, carrie do wishwishwish, sandra do niotillfem, camille do childhood flames, etcétera.
Enfim, acho legal que a web esteja um tantinho quanto menos séria. Os olhos e a alma às vezes pedem férias dessa avalanche de assuntos pesados e dicussões intermináveis. Confesso que atualmente uso a internet principalmente para ver e ler coisas bonitas que me inspiram; poesia, fotografia, ilustrações, diários bem escritos… Tudo por um pouco de paz e delicadeza online. :)
Finalmente, pés quentinhos!! A lareira chegou há várias semanas atrás, mas só recentemente, depois de muita espera, ela foi instalada. O senhor que limpa a chaminé veio no sábado passado e deu o sinal verde para a primeira “Noite em frente à lareira” de 2008. Na verdade, a primeira nesta casa. :)

Não parece, mas ela é bem grande e esquenta bastante. Lareiras com “fogo aberto” têm a vantagem de espalhar o calor mais depressa, porém as fechadas mantém a madeira/carvão queimando por mais tempo, gastando menos combustível e aquecendo de forma mais eficiente. Fora que não há risco de alguma eventual fumaça vir parar dentro da sala e acionar o detetor de incêndio (o barulho não é NA-DA agradável). Planejando tostar uns marshmallows ali em breve.

E agora eu também tenho flores na janela. Abandonei as artificiais, passei no garden centre, rodopiei por mais de meia hora tentando achar algum pote com plantas que não estivessem parecendo uma salada que ficou três semanas na geladeira (inverno, gente…) e saí de lá com essas “flaming katy” (kalanchoe):


São bonitinhas e requerem poucos cuidados. No inverno, quando tudo está morto, seco ou hibernando, achei que seria terapêutico trazer um pouco de cor e vida para dentro da casa. Essas vão florescer por umas 8-10 semanas, e depois posso jogar os potes no lixo. Ah, o encanto das flores anuais…

De blog em blog, caí no Flickr Cotton Bluee fiquei boquiaberta com a casa da Wan, a dona do stream. Ela mora numa casa pequenina (70 metros quadrados) numa cidadezinha litorânea a 20km de Tóquio. Hm, casinha linda e pequena? Perto do mar? E a 20km de TÓQUIO??
Alguém me segura que eu quero roubar a vida dessa mulher. Ou, pelo menos, a casa dela inteira.

Segundo ela, quase tudo o que se vê nessa estante abaixo foi comprado em brechós e sebos.
E eu adoro esse tipo de estante de parede, até me animaria a fazer uma e depois lixar (para deixar as bordas com esse arzinho de “usado”, mas como não vou conseguir cortar os detalhes arredondados, desisto do projeto (até comprar as ferramentas necessárias, haha).






Inclusive, Wan tem uma loja deliciosa no Etsy, daquelas que nem é bom clicar se você gosta de tecidos e artigos de armarinho, sob o risco de gastar todo o seu dinheiro em coisas lindas que terá pena de usar. O que é essa fita de linho decorada? E esse tecido com estampa de matrioshkas (idem para essa aqui)? E os carimbos, fitas adesivas, artigos de papelaria? Morro de vontade de sair comprando os retalhos em quadradinhos que ela vende para montar um quilt, mas como eu sei que a preguiça mata todos os meus projetos antes que eles abram os olhinhos, eu mordo o dedo, fecho o browser e vou ali comer mais Haagen Dazs praliné & cream. Hmmmmm.
Prosseguindo com os requests, pediram fotos das paredes daqui de casa para ver as cores das quais eu falava. Eu já havia feito um post parecido, mas rodei os arquivos e não consegui encontrar. Vai ver as fotos estavam hospedadas em algum site mequetrefe e saíram do ar. Enfim, fotos novas, não muito boas por conta da bagunça, da luz ruim, - insira desculpa esfarrapada aqui -, MAS agora eu sou phyna e comprei um tripé. Doravante, se eu fizer fotos ruins, saibam de antemão que a “falta de luz” é, na verdade, preguiça.

A imagem acima dá uma boa idéia do “arco íris doméstico”. A parede azul é a do meu quarto, a bege rosada é a do corredor, a verde é a do banheiro do Respectivo e a amarela é a do quarto de hóspedes (praticamente vazio).

A tinta usada no meu quarto é da Dulux, e tinha um nome lindo que eu obviamente esqueci de anotar. Enfim, o tom é na verdade mais “aberto” do que aparece nessas fotos, bem relaxante e que eu carinhosamente apelidei de “azul soninho”, porque associo a cor à hora de dormir. É a minha cor preferida na casa. Só preciso arrumar alguma coisa para ocupar esse espaço na parede acima da cama - a idéia das janelas (vide post anterior) será posta em prática.

Parênteses para os quadrinhos fofos que achei por 50 centavos no brechó - e dos quais você não está conseguindo ver NADA por causa do reflexo da luz das janelas… Adoro gravuras antigas com motivos florais. A “penteadeira” é brasileiríssima e veio de Petrópolis, a mesma loja mencionada no post anterior onde achei a escrivaninha/secretária. Não consigo decidir se pinto de branco para seguir o esquema de cores do quarto ou se deixo como está. Idéias?

Banheiro do respectivo. Aquele que eu já desisti de decorar e tentar manter decorado. Fui radicalmente contra a escolha das cores, mas no fim acabei concordando, porque acredito que a melhor forma de se ensinar algo a alguém é deixar a pessôua quebrar a cara tentando. :) No fim das contas quem quebrou a cara fui eu, porque o resultado ficou interessante e nem tão escuro quando imaginei. O porco rosa gostou tanto que saiu do banheiro do térreo de mala e cuia para morar no “ervilhão”. Mas sabe qual é a melhor coisa desse banheiro?

Fora a vista para o jardim, é esse porta papel higiênico em formato de carro vintage (bastante apropriado), que foi encontrado dentro de uma caixa de papelão cheia de entulhos, indo pro lixo durante as obras da casa. Certamente pertencia aos antigos moradores, e eles certamente não queriam mais… Ok?

O “amarelão” é o “quarto” de hóspedes. Uma desperdício ver um cômodo tão grande vazio e mal utilizado. E pintado numa cor tão feia. Ok, eu confesso - fui eu que escolhi essa coisa tenebrosa. Em minha defesa, juro que na LATA a cor era linda. Igual às mousses de limão que mamãe fazia para a sobremesa. Tomada pela nostalgia obesa, meti a lata no carrinho e pintei sozinha o quarto inteiro de uma tacada só. Hoje em dia só consigo entrar nele usando óculos escuros.

Meu banheiro girlie. É o maior da casa e fui logo me apropriando dele com a desculpa (bastante válida) de que, sendo minina, eu precisava de um banheiro grande para estocar bagulhos - já que homens só precisam de uma prataleira para creme de barbear e pasta de dente. Bem, esse foi o meu jogo sujo pra conseguir o banheiro maior e não me arrependo. :) É verdade que o box do Respectivo é quase duas vezes maior do que o meu, but I don’t care - porque yes, nós temos banheira! A minha pia também pertencia à casa e estava quase sendo jogada fora na reforma. Instalada, eu transformei um pano de prato em cortininha para esconder a bagunça e pus cestinhas de vime no fundo. Esse espelho com moldura de mosaico de vidro foi comprado por 30 reais no Rio, numa lojinha multi-uso chamada “Casa do Queijo”. Classy.

Ouvindo a Carla Bruni-Sarkozy cantando no Blip. Que musiquinha chata e que vozinha irritante. As francesas e seu eterno penchant por forçar a barra. Será que projetar essa imagem de “eu sou tão frágil e delicada e sexy” 24 horas por dia nunca enche? É claro que não estou generalizando, mas observe essas cantoras modernas francesas e sua necessidade de cantar sussurando e fingindo estar sem fôlego. Isso me lembra um vídeo até bonitinho com a Vanessa Paradis, aka Mrs. Depp, mas que não passa de pretexto para mostrar a barriguinha, o cabelinho molhado, os olhinhos e o beicinho da menina (aos cat-lovers de plantão, o gatinho do vídeo é uma fofura à parte). Melhor que esse, só o clássico de Joe Le Taxi onde ela passa o vídeo inteiro dançando exatamente o mesmo passinho. A-do-ro.

E dois Tumblrs maravilhosos que descobri recentemente: Dear Old Love, onde os leitores enviam anonimamente pequenas notinhas que gostariam de ter enviado aos seus ex-amores. Inclui pérolas como “sinto falta de encontrar seus pelinhos no meu sabonete”, “senti o seu perfume no elevador e ele me fez voltar a 10 anos atrás; uma senhora vestida de adolescente é quem estava usando”, “eu ainda assisto todo dia aos seus programas preferidos de TV - aqueles de que eu nunca gostei”, “eu sempre preferi o SEU travesseiro… Agora que ele é só meu, não gosto mais tanto assim”, “mais do que qualquer outra coisa, eu sinto falta do seu cachorro”. Impossível não se identificar com pelo menos algumas. O outro no que me viciei horrivelmente é o Copycats, trazendo covers e remixes; é música feita por gente boa tranformada/reinterpretada por gente ótima, e dá pra direto ouvir no site. Enjoy!
Lendo o blog Loobylu fiquei conhecendo o trabalho do pintor Carl Larsson (site oficial). Passei uma boa hora fuçando as aquarelas encantadoras da galeria, que retratam a sua vida em família - composta por esposa e OITO filhos… Me surpreendi ao descobrir que ele nasceu em Gamla Stan, a linda cidade antiga em Estocolmo que tive o prazer de visitar no ano passado.

Sua esposa Karin também tinha inclinações artísticas; talentosa decoradora, designer de móveis e artesã - suas peças originais de tapeçaria com motivos abstratos e cores vibrantes são considerados modernos para a época - Karin criou o lar que Carl pintava em seus quadros. Os descendentes do casal mantém a casa inalterada até os dias de hoje, e ela está aberta a visitação pública durante o verão, de maio até outubro. Sem dúvida vou querer fuçar da próxima vez em que for à Suécia.
Quase todos os dias recebo convites para grupos no Flickr, a maioria que eu classifico como spam indireto. Mas vez por outra eu agradeço por ter sempre o cuidado de checar do que se trata antes de deletar xingando. Porque hoje eu descobri esse grupo, chamado “Interiores inspirados pela Natureza” e estou encantada até agora. O título é auto explicativo e a beleza dessas fotos/idéias está no fato de que a natureza é tão generosa que, não bastasse nos alimentar, também serve para decorar o cafofo; e não somente como matéria prima de móveis e tecidos.
Vejam só, por exemplo, a cozinha dessa pessoa; flores, pequenos vasos com folhagens, e até mesmo legumes trazendo cor e vida para dentro da casa. Para quem não curte gastar dinheiro com futilidades, um atrativo extra: depois de alguns dias você COME a decoração. E aí compra outra, e o ciclo se repete infinitamente.


Lindas também as idéias desse stream; já faz algum tempo que pensei em usar meus colares para decorar paredes, mas a idéia do “galho” é uma graça. Nesse caso ela usou uma réplica, mas imaginei pintar um galho seco com spray branco (ou envernizar, ou não fazer nada) e “plantá-lo” num vaso bem fofo para pendurar os colares. Ela ainda foi além e “emoldurou” os brincos mais bonitos; adorável. Isso fica especialmente legal com peças vintage, uma boa idéia para exibir a sua coleção e deixar tudo à mão quando quiser usar.

Essa é a época dos dandelions e, apesar de achá-los lindos, nunca consegui um resistente o bastante que pudesse ser colhido e transportado para decorar um vaso. Esse tipo aí embaixo deve ser diferente, mas a delicadeza é a mesma. Apaixonante. (by Elsiemarley)

Pequenos “achados” (pedras, folhas, flores e frutos secos, cascas e conchas de animais, etc) reunidos nessa pequena estante de madeira, criando uma peça de decoração única, de valor inestimável e com custo praticamente zero. Já foi dar uma passeada no jardim/quintal/parque hoje? Não se esqueça de olhar para o chão! E para os galhos das árvores, também.

Essas plantas gigantes se chamam “cow parsley” e são consideradas pragas. Se multiplicam loucamente durante um curto período de tempo no verão e logo em seguida morrem. São meio fedidas e vivem cheias de insetos pendurados, mas depois de secas (e secam naturalmente, sob o sol) o cheiro e os bichinhos vão embora e sobram as ramificações delicadas, elegantes, extremamente decorativas. A idéia dessa pessoafoi usá-las com esse fim:

Caso você não encontre desse tamanho, é possível usar menores, dentro de vasos longos. Fica igualmente bonito.
Aqui, como eu estou no meio do mato, é relativamente simples encontrar coisas assim. Meus vasos são decorados com plantas colhidas no jardim (mas morro de pena de retirá-las da terra e encerrar bruscamente o seu ciclo, espero até que elas estejam já meio caidinhas…), pedrinhas e conchas que encontro na praia, etc. Ainda estou no nível básico da arte da reciclagem, mas eu chego lá. O grupo também ainda está engatinhando, mas vale a pena ficar de olho e “colher” idéias para a decoração da sua casa.